Surpresa do Distrito Federal - Luiza e Léia

by Administrator  Dia 27/4/2015

A primeira pessoa que vi ao desembarcar no DinasCup, domingo antes do Américas e Caribe foi a Luiza. A última vez que vi ela foi durante o Seminário da Lisa Frick. A gente sempre conversou, desde que ela começou a fazer agility oficialmente. Os estrangeitos se topam logo de cara pelas distâncias regularmente percorridas.

Depois da importação da Glee, filha do Uno (dog da Luiza), passamos a regularmente trocarmos figurinhas.

Na foto acima. da dir. para esq.: Paulo, Luciana, Artur Pires, Dan Wroblewski, Luiza com Léia, Marcela e Caio. Pódio grau 1 Midi.

Como chegamos bem antes da prova começar, conversamos um pouco e, óbvio, chegamos ao assunto mais falado pra quem tem cães grau 1: "Quantos EZ pra mudar de grau?". Meio que chutei que faltava um EZ pra ela e faltava. Mas ela estava bem desencanada (mentira) e falou algo do tipo "ah se não der não deu". Aham, sei.

Fato é que ela não apenas fez o EZ que faltava, bem como foi logo na primeira pista e também completou as outras três daquele dia no DinasCup. Pra quem fez a inscrição no Américas e Caribe, visando competir no grau 1 apenas na quarta-feira estava muito bom. Deixou de competir no primeiro dia para entrar em pista na quinta e sexta, dois dias e nas provas por equipes do Américas e Caribe Open, já que Léia é um SRD e não tem Pedigree, logo não compete no A&C. Está ai uma regra que poderia mudar. A FCI só perde com isso.

Mas o assunto aqui é: Luiza e Léia!

Chegou o Américas e Caribe e lá foram elas, provas após prova. Times, individual e Gran Jumping. E de forma competente, completaram todas as pistas! Sim todas! Aproveitaram ao máximo as oportunidades. Eu deveria falar sobre cada dupla que esteve em pista, cada pequena história. Mas não acompanhei todas. Quis o destino que algumas dessas tantas me acompanhassem de perto, outras nem tanto e algumas eu nem sei direito. Deixo para outro contar.

"Achei que nunca ia passar pro grau 2" conta ela que também diz estar mais motivada para treinar com mais frequência "sem treinar foi uma bela surpresa" e ainda diz que "nem tinha pensando muito nas pistas do americas porque estava convencida que ia competir no grau 1" quando perguntada sobre ter completado todas as pistas do A&C2015.

Ao lado Luiza com Léia no Américas e Caribe 2015 em Itu. Foto by Jorge Miranda.

Show Luiza, e veja se não demora tanto pra aparecer novamente! Que esses resultados sejam mais um impulso rumo a MAIS AGILITY no Distrito Federal. Os dois pódios na DinasCup e o pódio no Américas e Caribe (GranJumping) são resultado de toda experiência acumulada e que precisa estar em pista!

Abaixo no pódio do GranJumping: Carol Engelke, que ajudou Luiza nos reconhecimentos, Luiza com Léia e o árbitro Sascha Grunder.

Fabiano Estigarribia
http://www.agility.esp.br/fabi

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