Quando começo uma montagem de vídeo, seja lá pra que fim ele seja, sempre tento escolher primeiro a música. Foi assim nos primeiros vídeos, lá em 2005 da Amigo Cão, passando pela trilogia da primeira Copa CBA, passando pelo vídeo do Brasileiro 2006/2007 que gosto pra caramba, tem imagens de todas as etapas, etc. Antes desse trabalho o Slide Show do Américas e Caribe tinha sido, além é claro das montagens dos treinos, meu último institucional desse tipo.
Na ocasião havia começado a preparar um outro vídeo do Américas e Caribe, talvez por não ter encontrado o tom certo não consegui terminar. Fácil culpar a música pela falta de gerenciamento do trabalho, mas talvez tenha em parte sido isso.
Dessa vez haviam três ou quatro músicas na minha cabeça. A primeira era do Bon Jovi, muito legal, que tem uma batida forte. O único problema é a letra. Não faz muito sentido. Pedi ajuda logo de início para a Vivian que esteve em todas as etapas na hora de escolher as fotos que iriam compor o dito. Ela tirou muitas fotos e tinha mais do emocional do que eu. Como só tinha vídeos das últimas duas etapas teria que usar as fotos.
Ao fim, quando ainda faltava dar todo o acabamento final notei que as fotos completavam o vídeo. Nem todas as imagens em vídeo ficam interessantes e as fotos mostram detalhes que não percebemos sem o vídeo e sem música. Exemplo disso é a foto do Tamaio com o Audi que rompe o primeiro trecho. São tantas coisas que olhando fora do vídeo a foto é insignificante do ponto de vista artistico, estético e estático. Animando ela, temos o cronômetro zerado, o logo antigo da CBA, o condutor e o cão.
A música faz parte da trilha sonora do Matrix e não tem letra. A tradução do título da mesma é o nome desse post. Gosto muito de contrapontos. Supertramp, por exemplo: músicas alegres pra letras tristes. Coca-Cola com limão. Nesse caso uma batida eletrônica com violinos melancólicos.
Segue o link abaixo:
http://www.agilitybr.com.br/detalnot_agt.asp?prod_id=1157
Espero que gostem e deixem suas avaliações aqui.