17BR - textinhos

escrito por Fabi Estiga nesta data  30. junho 2015 23:00

Sempre vale lembrar os campeões. Na história moderna do site da CBA temos desde o VIII Campeonato Brasileiro. Então vou juntando nos próximos dias ai as tabelas de duplas que venceram os rankings das mais diversas categorias. No ar já estão os iniciantes, Mini/Midi e Standard.

São textos apenas com informações básicas, não encontraremos muitas informações sobre as campanhas que resultaram em títulos. Vi muitas dessas conquistas, etive presente na maioria delas e é ótimo. Toda história é interessante, seria ótimo contar um pouco sobre cada uma delas. Quem sabe, um dia?



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Agility

Corvos pretos

escrito por Fabi Estiga nesta data  30. junho 2015 22:54

Um pouco de Rock, blog tá carente de um pouco de música boa. Essa banda é muito boa, pena que não toque muito nas rádios. Essa música é a mais conhecida da banda.



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Música

Lado B do Agility

escrito por Fabi Estiga nesta data  29. junho 2015 15:04

Já contei essa história aqui. Lá por 2006/2007/2008 eu e o Aurelio organizamos muitas provas oficiais, mais de 10. Nâo são tantas, no entanto é um número considerável. Em muitas delas o pessoal do Paraná e Santa Catarina estiveram presentes. Muita coisa boa e muita coisa ruim aconteceu. A pior delas um boicote por parte de alguns competidores aqui do RS. A desculpa era que levamos vantagens dentro e fora de pista.

Resultados melhores são frutos de melhores treinamentos. Competindo no Brasileiro nosso nível era melhor. Isso é bem óbvio e fácil de entender. Agora a suposta vantagem monetária, de que ganhávamos dinheiro com isso era ridícula. Nunca ganhamos nada pra organizar as provas. Jamais sobrou dinheiro e em todas as vezes tiramos dinheiro do bolso.

Outra história ridícula que corria aqui era que os paulistas não gostavam de nós.

Muitos absurdos, que ficaram no passado. Me sinto muito feliz por ainda estar fazendo agility, assim como o Aurelio. O caminho que seguimos mostrou-se certo. Porém vejo hoje, específicamente no Rio de Janeiro, acontecer a mesma coisa. Muita história, muito blablablá.

O que vou dizer agora é simples. Agility a gente faz dentro de pista, resolve dentro de pista. Não comparecer nas provas regionais com desculpas do tipo: não gostei do lugar, não gosto do árbitro, não vou com a cara do coordenador, o nível técnico é baixo, não cola. Não dá liga. Pessoas que dão desculpas pra não comparecer nas provas não ajudam o agility a crescer, é um tiro no próprio pé. Pior ainda se essas pessoas são proprietários de escolas. Que exemplo é esse?

Lamentável.

Se nossos opositores, lá de 2006 tivessem capacidade de organizar provas eu com certeza estaria lá, dentro de pista, para resolver os assuntos do agility. Mas infelizmente as atitudes deles foram esse tiro no pé. Nós que trabalhamos estamos aqui, crescendo e melhorando. Eles... nem sei onde estão. Tenho certeza que com outro pensamento, quem sabe, teriam prosperado.



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Agility

Lado A do Agility

escrito por Fabi Estiga nesta data  29. junho 2015 11:50

Sábado teve treino, mas eu estava meio fora de rotação. A Glee não tava me ouvindo direito e errei pra caramba. Tem coisas que preciso ajustar, sou meio chato pra muita coisa e estabeleci que nesses momentos tenho que estar com um bom astral. Positivo. Nos últimos anos venho trabalhando pra melhorar meu emocional, não me deixar abater por falta de sucesso, naquele ponto.

Mas sábado passado não foi assim. Nem sempre é bom.

Ai no final do treino o Aurelio montou um exercício de correria pros dogs novos. E falou "Fabiano, Nimoy" pra indicar que eu deveria pegar o dog. Falei "não, já parei". E foi um cachorro pra pista. Quando estava terminando o Schub novamente "NIMOY!". E eu "NÃO!". Foi mais um dog correr. E depois dele o Master falou novamente lá do meio da pista "FABIANO, NIMOY!". E eu "puta merda, não vai me largar" levantei da cadeira e fui pegar o dog.

Assim que tem que ser, um empurrando o outro. Tks Aurelio!



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Agility

Ah meu Fusca - FreeWay - #ontheroad

escrito por Fabi Estiga nesta data  29. junho 2015 09:14

Domingo é um bom dia para um passeio. Ontem fizemos um ontheroad básico e fomos tomar Café no Graal de Gravataí. É o único posto da rede no estado do Rio Grande do Sul. O mais próximo fica em Santa Catarina, uns 350km pra frente, mais ou menos. O Graal marca nossas viagens para Sampa, com um café salvador lá em Registro.

Para chegar nesse posto é preciso ir até Porto Alegre e fazer o retorno. Uns 20km ida e volta. É uma boa pequena viagem. Domingo é dia dos domingueiros. Caras que pegam os carros pra dirigir no último ou primeiro dia da semana. Não estão habituados com os ritmos normais da cidade. Nós no nosso dia de domingueiro fomos e voltamos sem problemas. Inclusive efetuando algumas ultrapassagens em carros muito mais novos.

Vívian dirigiu coisa de 1km na estrada. Do último SOS até o posto.

Ao chegar fomos abastecer. Após colocar gasolina no tanque, que com 30 reais quase fica cheio, o frentista perguntou "qual a cor?". Eu confesso que não entendi a pergunta de primeira, pedi pra repetir. Respondi "é branca, né?". kkk. Cada uma. Mas o carro estava no sol e como no inverno aqui tudo seja meio amarelado no fim de tarde (16:00) coube a afirmação do funcionário do Graal: "parece bege". Eu diria que parece um creme com água. Sorvete barato.

Não é a primeira vez que tomamos café, óbvio, nesse posto. E o legal é fazer um lanche ali olhando pro carro. Gosto de pensar o humor das pessoas, tentar sacar o momento de cada casal, família, pra onde estão indo, de onde estão vindo. A pickup do lado, que tem uma moto na caçamba era de uma família. Pai, mãe, filha e filho. Passaram por nós na estrada, e quando chegamos eles estavam escolhendo uma pizza para comer. Estavam felizes e são bem organizados. Quando sairam ao chegar no carro cada um tinha a sua porta. Filho atrás do pai e filha atrás da mãe.

Acho que o moleque foi treinar com a moto e a família foi junto. Talvez até competir. A moto não tá suja porque eles deram uma lavada nela antes de embarcar.

Do outro lado um Sandero de um casal com filho pequeno. Ficaram dentro do carro esperando até que um outro casal chegou com um chimarrão na mão, conversaram um pouco e depois foram embora.

Ao voltar pra casa fui na casa dos meus pais pra finalizar o final de semana, colocar o assunto em dia. Acabei lembrando de procurar essa foto ao lado. Eu com o meu avô (paterno), e com o Fusca, na casa da minha avó (materna) aqui em Gravataí mesmo. A foto é em agosto de 79, eu prestes a completar dois anos de idade.

Esses posts de Fusca estão sempre longos, fazer o que?

 



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Ah meu Fusca | On the Road

Enquanto isso na Copa América

escrito por Fabi Estiga nesta data  28. junho 2015 11:11

Dia desses conversava com o Aurelio num treino de sexta-feira, fora do roteiro pra mim porque só consigo treinar sábado lá em SãoLeo, que o Brasil não tem bons jogadores para formar um selecionado digno de cinco títulos mundiais. O Brasil depende de um jogador, Neymar, que é um fora de série.

Neymar já fez mais, e faz, pelo Brasil do que Messi pela Argentina. Embora o Argentino seja melhor que o Brasileiro ainda, na minha opinião.

Sinceramente, achei bom que ontem o classificado foi o Paraguai. Porque precisamos colocar as coisas nos devidos lugares. CBF, Globo, Neymar e outros jogadores. Empatar com o Paraguai não é o problema, nem perder nos penaltis. Esporte é isso. Mas quando o Brasil levou 7 da Alemanha pareceu que a culpa era apenas do Felipão. Também foi, no entanto vejam que o buraco é em outro lugar.

Agora com Dunga o time tem os mesmos problemas. Alguém dirá: "tem que deixar o cara trabalhar", só que a Globo já começa com a história que dessa forma podemos nem classificar para a próxima Copa. E quer saber? Se o futebol brasileiro continuar como está, com times ruins, "craques" no exterior (entre aspas porque os que temos jogando fora não são lá grandes coisas), roubalheira, times totalmente individados e ao mesmo tempo nadando em dinheiro, bem de boa, é melhor que fique fora.



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Geral

Enquanto isso na Moto GP

escrito por Fabi Estiga nesta data  28. junho 2015 10:28

Nunca fui muito de motos, prefiro carros. Mas as corridas eu assisto desde que o Alex Barros, brasileiro, corria. O Brasil não tem grandes vencedores. Mesmo o Barros, era um piloto regular. Poucas poles e vitórias, comparando com o número de largadas. Sua melhor posição na tabela de pontos, ao final de uma temporada, foi a 4ª. Cinco vezes.

Lembro de ter lido, há muito tempo atrás, uma comparação entre Fórmula 1 e MotoGP. Infeliz, porque carros não são motos. É como comparar um avião com um Helicóptero. Um dos pontos positivos das disputas em duas rodas era o número de ultrapassagens. Muito maior que em quatro rodas. Outra era o menor uso da tecnologia.

Parece meio óbvio que uma moto com um metro de largura (0,8 ou 0,9 metro) permita emparelhamentos mais frequentes. Vemos isso no dia a dia do trânsito. Um carro de F1 tem o dobro e mais um pouco (1,8 metros). Logo sempre serão maiores as ultrapassagens, ou brigas com trocas constantes de posição na mesma volta. Ainda mais porque em curva as motos são mais lentas que os carros.

Quanto a tecnologia, hoje, as motos estão tão embarcadas nela quanto os carros. Desde que os motores quatro tempos de 1000cc foram adotados aos poucos as motos passaram a contar com uma série de ítens controlados por uma centralina que visa, assim como na F1, tornar a disputa mais homogênea.

Mas tenho que confessar que a MotoGP anda mais empolgante que a F1. Abaixo a disputa entre Rossi e Marques. O toque foi na última curva da última volta. Rossi liderou até a metade da corrida quando foi ultrapassado por Marques. O Italiano da Yamaha cozinhou o Espanhol da Honda até faltarem três voltas, quando meteu a moto por fora numa curva rumo a vitória. Porém Marques deixou pra tentar um bote suicida na última curva. Rossi, líder do Campeonato com tudo a perder, fechou a porta e quase foi ao chão. Assista:

Essas coisas não acontecem na F1.



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F12015

É bem possível

escrito por Fabi Estiga nesta data  26. junho 2015 08:10

A nova regra do iniciante, que transforma as duas pistas da categoria em provas oficiais em um "jumping" apenas com túneis e saltos, não é unanimidade entre os praticantes do esporte bretão, canino. Porém já demonstra que pode aumentar o número de inscritos nas provas, logo de cara.

Isso é bom. A categoria sofreu nesta temporada que acaba na próxima terça com baixo número de inscritos. No entanto é preciso entender a sazonalidade dela. As escolas não conseguem abastecer as provas com número suficiente de iniciantes a cada nova temporada. A atual foi abaixo da média, das temporadas de baixa.

A regra é: 12 meses na categoria e teu destino é o G1.

O normal é que o iniciante, ou Gzero, tenha esse momento agitado para logo depois um momento calmo. Temporada passada, que ainda não terminou, foi um momento de baixa, calmaria. Se a regra for mantida essa será a temporada de alta. Porém nessa gangorra (bom termo para usar no agility, kkk) existem mais variáveis.

Contraponto

Se de um lado temos os que defendem o iniciante como algo que precisa ser muito divertido, temos os que defendem que ele nem deveria existir. A regra nova de cara pode aumentar o número de iniciantes, mas também deve ser o ponto de partida para que tenhamos cães melhores no grau 1. Tirar a passarela visa principalmente tornar mais confortável o treinamento de cães jovens e passa por esse treinamento dar consciência aos condutores desse tempo de maturação.

Existem aqueles que pensam o contrário, justamente porque nesse primeiro momento não haverá conscientização, poderemos ter o inverso. Com o GZero mais simples, cães e condutores mais despreparados em pista, e apenas o adiamento dos problemas nos contatos, para o G1.

Nas escolas

Em todas as escolas temos dois tipos de iniciantes, ou mais. Basicamente são os que querem competir e os que não querem. Logo da parcela que treina alguns acabarão nas provas oficiais. É óbvio que competir, medir forças, não está em todos, é normal que muitos não se interessem. Agora, uma vez na prova, torna-se mais provável que continuem, principalmente se num primeiro momento a resposta da dupla dentro do percurso for positiva. Quanto melhor o resultado, maior a probabilidade.

É possível que mais duplas queiram a aventura de competir, e que esse impacto positivo seja potencializado com a retirada da passarela, e no final das contas mais conjuntos solicitem carteiras de trabalho. No curto prazo pode ser bom para a escola, para as provas e para os campeonatos regionais.

Só o tempo dirá.

 



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Agility

XVIIBR - Grau 3 Unificado

escrito por Fabi Estiga nesta data  24. junho 2015 10:09

Fui alertado pelo Renan sobre o ranking grau 3 Unificado, a volta do. A primeira vez que ouvimos falar do ranking foi em 2006, na I Copa CBA. Naquela ocasião a intensão era pressionar duplas mais lentas. Hoje também.

Todos sabem que eu gosto de Fórmula 1, e hoje muito se discute lá sobre regras complicadas. O público em geral não entende muita coisa de punições, asa móvel, unidade de potência, baterias do Kers carregadas pela frenagem e pelo turbo... é muita coisa.

O Agility está indo por esse caminho no Brasil.

Sinceramente eu não sei se o Unificado fez bem para o Grau 3. Se os dois títulos, e os dois terceiros lugares são resultado do regulamento, mas posso estar errado. Olhando apenas para o número de duplas que marcaram pontos nos rankings Unificados, partindo do VIII Brasileiro temos uma queda incrível:

- 55 - VIIIBR
- 46 - IXBR
- 44 - XBR
- 49 - XIBR
- 42 - XIIBR
- 30 - XIIIBR

Entre o XIV e o XVI não tivemos rankings Unificados. Porém na temporada passada é provável que não chegariam a 30 duplas marcando pontos, pelo junção do Unificado + os pontos por tempo alvo.

Me parece, como a retirada da passarela do iniciante, que não é uma questão de regra, é uma questão de mentalidade. De um lado a consciência em dar tempo para o cachorro ser o que ele pode ser, do outro entender que a velocidade é consequência de um trabalho de longos anos.

O número de duplas diminuiu no grau 3 por vários motivos. Não foi o Unificado que tirou elas de lá, porém também foi ele. Esses 45% de queda no número de duplas que marcaram pontos preocupam. Não seria melhor se mais duplas estivessem nessa disputa?



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Agility

XVIIBR - 4 pistas no mesmo dia, é demais!!!

escrito por Fabi Estiga nesta data  23. junho 2015 10:40

"É demais!!!" é uma expressão que escrita não define nada. Pode ser tanto para positivo, quanto negativo. E também serão assim, como foram em março de 2010, os dias do Brasileiro de Agility com quatro pistas no mesmo dia.

Como falei antes, particularmente penso não ser nem melhor, nem pior. Apenas diferente. Abaixo Anderson Madruli no Incão, Março de 2010.

Mas todos terão suas opiniões sobre o assunto, garanto. Em 2010 o formato gerou muita discussão no Fórum da CBA. Procurei e encontrei o tópico. Só clique no link se quiser se contaminar com uma opinião. Se vai competir na abertura do Brasileiro, é melhor estar com a cabeça livre para pensar. Está aqui.

Independente da opinião final sobre o assunto, agora pode ser diferente. O iniciante por exemplo é diferente. Resta saber se os fatores serão diferentes. É matemática. Se eles forem os mesmos o resultado será o mesmo. Vale dar uma nova chance? Sim vale.



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Agility

Ah meu Fusca - dia internacional

escrito por Fabi Estiga nesta data  22. junho 2015 17:51

Em questão de cinco minutos minha mãe e minha tia me ligaram pra avisar que na Fátima Bernardes hoje estava passando uma matéria sobre Fuscas. Um cara foi de Sampa para o Rio com o seu e estava lá sendo entrevistado. Hoje é dia internacional do Fusca.



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Ah meu Fusca

Nimoy - 6 meses

escrito por Fabi Estiga nesta data  22. junho 2015 15:05

O último treino que gravei, em casa, foi dia 15 de maio. Neste último mês treinei pouco ele, e foi bom, mas deveria ter feito outras coisas que também fazem parte do agility, mas que não são agility. Estou atrasado nessa parte. Um pouco de trabalho, muito de chuva e um pouco mesmo de mais paciência. Deixar o tempo passar.

Continua sendo surpreendente o Nimoy. Muito interessado em correr, brincar e morder. Continuo trabalhando ele como se fosse um outro cachorro e o resultado é, creio eu, muito legal. Na gravação abaixo dá pra ver ele buscando os obstáculos.

O que temos para melhorar hoje, basicamente, são os passeios com guia e ele querer estar mais comigo. Ele gosta de brincar, correr, morder. Essa síndrome de "Don´t touch me" é legal, faz dele um dog muito divertido para brincar, porém no futuro trará sérios problemas.



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Nimoy

Até o próximo domingo - onde eu troco de canal

escrito por Fabi Estiga nesta data  21. junho 2015 23:28

Quantas árvores eu devo plantar pra não escrever um livro. Será que árvore frutífera conta? Escrever um blog não conta como livro? Quantas páginas será que meu blog impresso somariam? Muitas perguntas para um final de domingo. Melhor ficar com o básico mesmo.

- início de temporada tende a ser bem pesado pelas renovações das carteiras de trabalho. Aqui em casa seriam entre renovação de cts, inscrições e viagem 1000 reais. Pesado. R$83,00 por pista. Por essas e por outras vou guardar dinheiro. Outros planos;

- amanhã Nimoy completa seis meses de idade. Só pra me lembrar;

- final de semana zapeando pelos inúmeros canais da TV, e vejo muito pouco de tudo, passei pra um canal e comecei a ver um programa até que apareceu uma pessoa que não suporto. Mudei de canal e comecei a ver outro, até aparecer outro artista que não gosto. Mudo novamente e vai pra um programa, que acaba, mudo novamente.

Ah vida real, onde eu troco de canal?



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Até o próximo domingo

Regulamento XVIIBR

escrito por Fabi Estiga nesta data  21. junho 2015 16:06

Bem atrasado, é verdade. Mas viagens, muitos compromissos e problemas no PC me tiraram um pouco da rota do blog. Mas saiu o regulamento do Brasileiro temporada 2015/2016 com algumas mudanças. Porém a maior mudança não está no regulamento, reside no formato das provas, pelo menos das duas primeiras.

- a volta dos rankings foi o pedido principal de uma parte dos competidores. Agora iniciante e grau 1 terão suas tabelas de pontos. Como já disse inúmeras vezes, o simples fato de numa pista dizer quem foi o melhor ou pior, já é dar valores e ordenar. O esporte de competição existe para esse fim.

A forma de cada ranking está no regulamento, iniciantes e veteranos serão por pernas, grau 1 e 2 por prova e o grau 3 continuará com milésimos de pontos;

- Link para o regulamento do XVIIBR aqui;

- a principal mudança, eu vejo, está na ficha de inscrição. A divisão entre os graus, iniciantes e G1 no sábado, G2 e G3 no domingo;

- o sistema foi adotado no meio do Brasileiro de 2010 e foi duramente criticado na ocasião. Particularmente eu não achei ruim, também não achei melhor. Apenas diferente. Porque o sábado acaba sendo um dia bem leve, com iniciantes e grau 1. No entanto são quatro pistas para o cachorro durante o dia;

- para os cães, iniciantes principalmente, foi desgastante. Entrando no início da manhã e no meio da tarde. Das 10 as 15 horas. Longas jornadas. Agora, se o número de inscritos for parecido com o que foi do Brasileiro passado no iniciantes não será tão forçado, menos cães/menos tempo;

- para os condutores também pode ser no caso de dois cães no mesmo dia. São muitas pistas, oito no total, algo que vai deixar claro quem está em melhor forma física;

- domingo será mais demorado. Graus 2 e 3 são maioria. O normal é que tenhamos entre 60 e 70 cães, o que torna as provas mais longas. O ar de maior seriedade das duplas que tem mais experiência também dá um ar de ranso para a prova.

Nesse teste de 2010 eu coloquei três cães em pista. Foi a primeira vez oficial do Bola. Que cresceu durante as provas. Começou com um Muito Bom, depois fez dois Excelentes e pra finalizar um Excelente Zerado. Porém acabou muito cansado a última pista. No domingo entrei com dois cães no grau 2, Schummy e Guíça. Foram muitas pistas no final de semana e um domingo cansativo e sem produtividade.

Cabe aos inscritos na prova julgar o formato e emitir opinião.



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Agility

Coisas da idade

escrito por Fabi Estiga nesta data  19. junho 2015 07:56

Você não deve ter pena de uma pessoa que tem um avião. Não acredito que essa frase seja minha, mas não lembro exatamente quem disse, coisas da idade. Quando eu tinha lá meus 20 anos não imaginava que teria um dia 30, e que estaria perto dos 40 nos dias de hoje. Muito menos que teria um filho, coisas da idade.

Ocorre que ele, meu filho, é fã de futebol. Lastimável, mas é. Porque o futebol está longe de ser algo racional. Eu curto Fórmula 1 e sei que o que existe lá, com tanto dinheiro envolvido, soa meio superficial. A ligação entre Fórmula 1 e seus fãs é bem diferente do que a do futebol. Jamais eu vou pilotar uma Ferrari, uma Mclaren e isso me torna muito mais racional, a distância não dá profundidade na relação.

No futebol é bem diferente. Dele você pode se aproveitar em qualquer lugar, num pedacinho de grama, numa quadra de escola, na praia... uma porta de garagem vira uma goleira e com 10 metros quadrados tem jogo. Essa aproximação torna tudo diferente.

Ai vem um cara, que no auge dos seus 23 anos tem um avião, é ídolo de uma nação e dentro de uma competição internacional, arruma deliberadamente uma confusão, é expulso, não assume o erro, bota a culpa no juiz e toma dois ou três jogos de suspensão. Até ai tudo bem. Se esquece ele que tem uma legião de fãs por todas as partes do mundo, que vão achar que a vida é isso. Reclamar de "injustiça" e botar a culpa nos outros.

Coisas da idade ou coisas do dinheiro.

Estava viajando e não vi o jogo com o Théo, na janta de ontem comentei o caso com ele que prontamente disse "culpa do juiz". Retruquei na hora dizendo que a culpa era do Neymar, que deu uma cabeçada no outro jogador, pegou dois jogos de suspensão e provavelmente não jogará mais essa Copa.

Esse é o exemplo, e essa é minha missão. Explicar as cagadas alheias para meu filho. Coisas da idade.



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Lamentável

Fabi Estiga

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Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"