Théo e Bola - tempo ao tempo

escrito por Administrator nesta data  31. julho 2015 10:30

Me cobro muito e cobro também a Vívian, não por resultados, apenas por melhora dentro do agility. Evolução, é mais apropriado. Para o Théo não solicito nada de resultados, da mesma forma, porém o ambiente contamina um pouco. Nossas conversas e buscas por melhores desempenhos talvez sejam levados para um outro lado dentro da cabeça dele. Foto abaixo by Agility Santa Catarina.

Sou meio ausente das pistas dele, porque se ajudar muito falando com o Théo, quem escuta é o Bola. E ai vem atrás, deixando o condutor falando sozinho. Essa é talvez a pior situação dentro de pista, um cachorro que não tem vínculo com o condutor. Terrível. Na foto o Américas e Caribe, eu sentado na secretaria, quieto, um poço de silêncio.

A trajetório do Théo no agility é curta. Não oficialmente ele entrou com Gorda, Glee e Bola em pista. Imaginem, a Glee no iniciante louca total com uma criança que nem treinava. kkk. Mas ele aceitou a proposta. Théo é muito corajoso nesse sentido, talvez pela falta de noção e também de cobrança. Porém quando aquilo começou a ficar muito fácil, ganhar as medalhas do "fraldinha" não depende de resultado, ai começamos a ver a necessidade de estar mais antentos ao fator treino.

Foi ai que fizemos a carteira de trabalho dele e foi oficialmente pra pista com o Bola. Fez quatro pistas no iniciante e depois no DinasCup já estava no grau 1, com duas desclassificações. Veio o Américas e Caribe e ele completou ambas as pistas, subindo ao pódio na segunda, em quarto lugar. Difícil de acreditar, porque, era a quarta pista dele no grau 1, tá certo com um cão treinado e grau 3.

E ai chegamos ao Campeonato Carioca, mais quatro desclassificações. O fato é que ele cresceu muito como condutor nos últimos três meses. Amadureceu em certos pontos, só que ainda é uma criança. Nos reconhecimentos em dois momentos, após mostrar as opções e dizer qual era melhor, ele escolheu outro caminho. Da primeira vez eu disse "se tu acha que vai dar certo, faz!". E ele fez, e deu certo.

E é exatamente isso que eu quero. Não preciso de um robozinho imitador, quero alguém que pense no agility, mesmo que seja pra dar com a cara na parede. Com o tempo ele aprende e tempo é o que não falta.

Abaixo uma das desclassificações de domingo, na segunda etapa do Carioca.



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Agility

O último dos Cafés Gotorio

escrito por Administrator nesta data  30. julho 2015 22:46

Foi muito bom estar novamente no Rio e este ai, logo abaixo, é o último dos vídeos sobre as provas. Contei muita coisa, falei muito, coloquei meus pontos de vista como sempre e acho que foi bom. Gravei bastante e gravar muito é bom, acabei tendo várias novas pautas que espero ter tempo para gravar no futuro, próximo.



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GrandTour - ontheroad - viagem dentro da viagem

escrito por Fabi Estiga nesta data  30. julho 2015 09:18

Voltando do Rio, no domingo depois da prova, paramos em um posto Graal. Não faltam postos dessa rede na 116 (Dutra). Não é uma rede forte aqui no Sul, são apenas dois postos. Um deles é em Gravataí ou outro lá em Santa Catarina. Problema é que nenhum deles é 24horas, apenas no verão.

Com tantos postos para parar fica difícil decidir, mas sem pensar muito paramos no Estrela. E assim que estaciono vejo o Delorean do De Volta para o Futuro. Devo ter gritado "olha lá um Delorean!!!". Quem assistiu o filme sabe que é um carro icônico, eu pelo menos que gosto de carros e de filmes acho.

E nesse Delorean, com ele, aconteceria um show. Ficamos um tempo lá esperando para ver a apresentação que contava com um ator vestido de Emmett Brown, ou Doc, como McFly dizia no Filme. Enquanto isso ficamos olhando o carro. Tirei umas fotos, e olhei, olhei e olhei. Era um Delorean de verdade. Uma réplica do carro do filme, mas era o carro mesmo. Porque muitos detalhes do automóvel eram identicos ao modelo que foi vendido no início dos anos 80. Alguns, como o volante feio, fora do padrão do carro. Que é muito bonito, em aço inox não tinha pintura, seu desenho era futurista não casava por exemplo com um motor fraco e detalhes de acabamento simples.

Assim eu percebi que era real. Os detalhes adicionados para o filme, esses não eram tão iguais, mas enganavam bem.

Apenas 9 mil unidades foram produzidas, a empresa foi a falência. No entanto o filme tornou o carro alvo de colecionadores devido ao imenso sucesso da trilogia. Hoje, dos originais, restam pouco mais de 6 mil, porém uma empresa comprou os direitos e não apenas produz novos Deloreans, bem como assiste aos proprietários dos antigos. Quer dizer, muita gente ainda quer esse carro.

E ai que durante o show o Théo acabou entrando na bagunça feita pelo Doc Emmett Brown e viajou no tempo!!! O vídeo está abaixo. Por um acaso, como eu digo "o universo conspira", ele estava lá, nós fomos ao Rio, e ele deu uma voltinha no Delorean. Que sonho. Eu queria ter sido escolhido, hehehe, mas coube ao Théo nos representar. Vídeo abaixo:

Depois, foram dois dias em que ele não tirou o boné que ganhou. Mas ai já é outra história.



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On the Road

GrandTour - ontheroad - mais espaço

escrito por Fabi Estiga nesta data  29. julho 2015 09:25

Viagem sem problemas na volta para casa. Apenas algumas fechadas e alguns motoristas que não tem muita preocupação com espelhos retrovisores. Rodamos 3172,4km, como podemos ver na foto abaixo, desde que saímos de casa. Uma bela distância. 3% de tudo que o carro rodou desde que ele saiu de São José dos Pinhais - PR. Inclusas as voltinhas pela Zona Norte, Shopping, Cobasi, mercados, abastecimentos...

Porém viajar com tantos cães tem sido um exercício de lógica. É sempre como montar um quebra cabeças empilhando caixas e cachorros. Fora a bagagem. Para o Rio foi fácil. Apenas quatro caixas foram para Guaratiba, levamos os três que competem e o Nimoy. Manter-se fazendo agility é complicado. Se não fosse a Glee e a Coca, é provável, não estaríamos mais praticando o esporte de forma competitiva. Elas vieram em 2012 e 2013, respectivamente.

Ou viajamos com menos cães ou precisaremos evoluir no tamanho do carro.

Conseguimos ver, na foto acima da Vìvian, a ponte de Laguna. Era mais legal quando a gente passava vendo ela e não nela. A paisagem não dá pra ver porque as muretas são altas. Enfim, é a modernidade a serviço do melhor deslocamento. Mais pra frente, o túnel em Tubarão, é algo sem funcionalidade. Já que foi liberado em apenas uma pista, porque antes e depois a pista ainda é simples.

Enfim, é isso. Até a próxima. Quando? Ninguém sabe.



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On the Road

Rapidinhas sobre as nossas duplas

escrito por Fabi Estiga nesta data  27. julho 2015 22:41

Faltou um pouco para cada dupla ter melhor sorte nas provas do Carioca. Théo esteve bem, com boas conduções, mas pecou em todas as pistas, não completando nenhuma das quatro em que entrou. Vou falar um pouco sobre cada uma das duplas, começando com as minhas pistas com o Bola.

Billy Bola e Fabiano - fiz a inscrição para que tivéssemos mais cães em pista. E foi um treino com o Bola nos últimos três meses, não temos mais pra onde melhorar. Mesmo assim fizemos pistas boas. Mas ele foi desclassiicado por ter feito cocô no jumping de domingo, antes de começar a pista. Sim foi solto antes da pista, apenas nós de grau 3 na prova;

Théo e Billy Bola - um caso totalmente diferente. O condutor precisa de muita pista para entender melhor o funcionamento do agility. Foi desclassificado por não ter a manhã de correção. Por um lado é bom, andar mais tempo no grau 1 será bom para que ele ganhe essa maturidade no agility. De bom temos a iniciativa dele em decidir qual a melhor condução para seu cachorro. Nas duas vezes em que ele decidiu o que fazer deu certo;

Vívian e Coca - é o melhor cachorro desses quatro, mais potencial, mais velocidade. E o mais novo. Então é normal que tenha seus altos e baixos. Foram três pistas completadas e três desclassificações. Porém como uma dessas era pista-extra não chegaram ao pódio em nenhuma das etapas. Precisam concentrar os treinos mais em coisas básicas como posicionamento nas zonas e entradas de slalon. Muitos erros eram evitáveis e ocorreram por falta de atenção;

Fabiano e Glee - falar na terceira pessoa é engraçado. Chegaram ao pódio na 1ª etapa, depois de duas pistas boas, uma delas com uma falta. O combinado de domingo começou com um excelente zerado no jumping. Porém no Agility, uma desclassiicação acabou com as chances de pódio e de obtenção do combinado zerado. Mas estão cada vez mais perto. Glee esteve muito bem no final de semana todo.

Provas regionais são boas para tentar aquilo que nem sempre dá pra fazer num nacional, numa Copa CBA, por exemplo. Com mais duplas em pista até o reconhecimento é diferente. Tudo é mais e mais nem sempre é igual a melhor. Eventos menores tem seu valor e tenho certeza que essa bagagem para nossas duplas será essencial para nossos próximos vôos.



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O que não estava congelado estava úmido

escrito por Fabi Estiga nesta data  27. julho 2015 18:52

Já expliquei toda a história da pré viagem num vídeo, está aqui. A Vanessa escreveu no blog dela aqui. Ficamos em uma pousada cheia de gatos, contei no mínimo cinco, lá em Guaratiba. A Mariana nos recebeu muito bem e o local é tem uma cara de casa, saca? Não são aqueles chalés de Itu, por exemplo, sem decoração. É legal, gostei. Voltaria de boa.

Fizemos um churrasco na noite de sábado, mas foi quase um desastre total. Teve uma hora que pensei seriamente em abortar a missão, mas no final não foi tão ruim assim. Explico. Ao chegar na pousada no início da tarde o Rafael falou que a Vanessa havia congelado a carne. Isso é um problema para o churrasco, no entanto havia tempo bastante para descongelar. Perguntei para a Mariana onde poderia colocar a cerveja para gelar. Ela respondeu que poderia colocar ali, apontando para um freezer, porque até a hora de voltarmos estaria gelada. Pensei, pow, gela devagar, nem me preocupei.

No entanto a prova demorou mais do que o normal, o início atrasou e chegamos as 10 da noite na pousada. A cerveja congelou. Uma garrafa da preciosa Dado Bier foi pro saco. Carácoles, cerveja congelada, carne congelada... o que mais poderia dar errado? Ah, a zica nunca é demais. Não conseguimos acender a churrasqueira. Fail total. Eu tentei, Rafa tentou e quem conseguiu ligar foi a dona da pousada. Nem deveria falar nada, porque é uma vergonha. kkk. Nosso carvão estava úmido.

Depois disso, tive que cortar em pedaços da Picanha, do contrário não daria tempo para fazer ela da forma correta. No final das contas até daria tempo, porque ficamos até as 2 da madruga na zoeira sem limites. Pensei sinceramente que a Mariana iria acordar com uma cara péssima no outro dia, já tinha meu discurso pronto, pedido de desculpas seguido da lavagam da louça. No entanto ela estava de bom humor e tomou café conosco.

O Dan falava nos nossos churrascos no Dog World que a solução era beber pra que o domingo fosse melhor. Bebi pouco. Mas comi bastante. Por isso meu sábado foi melhor que o domingo. Porém pra Van, o domingo valeu muito a pena, primeiro pódio dela no grau 2, quase um ano depois de sair do grau 1. Demora mesmo pra encontrar o caminho, seria bom se fosse mais reto, sem tantas pedras. Paciência!

Combinamos de tentar subir ao pódio, igual a quando ela passou na em Cotia no Centro Cultural Wurth, pro grau 2. Eu fiz meu primeiro EZ com a Glee. E repetimos, mas esquecemos de combinar em qual. Eu fiquei em primeiro no sábado e ela no domingo. Melhor assim, na mesma prova não dá pra dois subirem no Top1.

Ai tiramos essa foto ai, Glee e Sauza com suas medalhas.

Foi um ótimo final de semana, brigado Rafa, brigado Vanessa, pela hospitalidade. Já estamos pensando em voltar, e já programando a próxima hashtag, #goto...



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Além das tabelas XII Carioca - abertura

escrito por Fabi Estiga nesta data  27. julho 2015 13:47

O que posso dizer sobre a terceira viagem de agility que fizemos pro Rio de Janeiro é que: não tenho lembranças ruins. A prova em si teve seus problemas, como qualquer prova tem, vale dizer. Janildo, conseguiu um ótimo lugar para realizar a prova. Um bom piso, boa estrutura. Achei os percursos compatíveis com as duplas que estavam em pista. Basta agora ir melhorando aos poucos.

Vamos lá então, aos tópicos:

- No sábado acabei ajudando na secretaria porque o computador não ligava, coisas que acontecem mesmo. Já aconteceu comigo fazendo secretaria. Como sou rato de agility fiz a soma dos resultados. Nada muito complicado, são poucas duplas, e fica bem fácil dizer quem foi primeiro, segundo... e assim por diante;

- a Vila Olímpica, onde foi realizada a prova tinha estrutura para atletismo. Várias quadras, uma pequena pista para corridas, salto em distância, piscina, academia, banheiros, muito lugar pra estacionar, cantina. A pista era toda cercada com grades. Aparentemente a grama que havia no local se desgastou, ficando apenas o saibro que é colocado como base. Bem legal pros dogs e pros condutores;

- a chuva marcou presença, no sábado, domingo foi nublado e mais frio. Sem chuva. Nada atrapalhou a prova;

- teve brinde da Virbac para todos os inscritos, cada cão. Acho que era um anti pulga;

- o Rio está num ponto muito bom, em termos de localização para as provas de Agility. É relativamente perto tanto para Mineiros, quanto para os Paulistas. Bem como Santa Catarina seria para Gauchos e Paranaenses, caso lá houvesse agility. Precisa ser mais atrativo, como de forma geral todos os regionais deveriam ser.

Por enquanto é isso, vou lembrar de mais algumas coisas sobre as provas, provavelmente. Vou escrevendo. Tenho muita coisa pra falar ainda.



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GOTORIO - melhor condicionado

escrito por Fabi Estiga nesta data  27. julho 2015 11:43

Eu acho que corri mais, cheguei mais, não estive atrasado. As pistas do Grau 2, montadas pelo Rodrigo eram bem abertas. E apenas isso já foi uma grande vitória. Provas assim servem bem como preparação para competições com mais cães. Abaixo uma das pistas de ontem, domingo. Glee esteve sempre bem.

Fui desclassificado no domingo, estava zerado no agility, muito perto do primeiro combinado zerado. Sábado também, apenas uma falta no jumping e um agility zerado. Ganhamos a prova, mas nada disso é importante. Nesse momento o melhor de tudo foi ter simplesmente melhorado.

Agradecimento especial pro pessoal da Academia Fitness Club: Artur, Jessica e Kati, que tem cuidado dos nossos treinos físicos.



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GOTORIO - chegada

escrito por Fabi Estiga nesta data  27. julho 2015 00:37

São muitas e muitas coisas pra falar em relação as provas do Rio de Janeiro nesse final de semana. Foi muito bom ter estado lá em Guaratiba, ter feito parte do início do XII Carioca, voltar ao estado onde comecei a competir, mesmo sendo tudo totalmente diferente. Quando digo tudo, é tudo mesmo. Abaixo foto do Arco Metropolitano, Paisagem linda de sábado pela manhã, quando chegamos.

Agora estou bem cansado, escrevo enquanto assisto a corrida da Hungria, que aconteceu na manhã de sábado. Não vi porque estava na prova. Novamente, foi muito bom estar lá e amanhã vou contar tudo sobre as provas, com vídeos e fotos. Temos muito de tudo.



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Dia de fotos, vontades e outras coisas

escrito por Fabi Estiga nesta data  24. julho 2015 22:05

Não dá pra contar tudo o que foi feito no dia de hoje. Muitas coisas. Tiramos fotos, jogamos futebol, comemos pizza na Pizza Hut (vontade antiga, morta hoje), passamos na Cobasi e descobrimos que agora eles tem todos os modelos de caixas transporte, com preços proibitivos. Pra se ter uma ideia a caixa da Coca, que pagamos 270 reais, custa hoje quase o dobro! Com o valor não dá pra comprar a caixa do Nimoy. É o dólar.

Uma das fotos de hoje foi essa ao lado.

Gosto dessa camisa "acho que não sei quem sou, só sei do que eu não gosto". Essa frase, Renato Russo, é muito boa. Porque ninguém precisa saber quem realmente é, já que estamos em constante mudança. Mas saber o que não é bom, ah isso sim, tem seu valor.

"E nesses dias tão estranhos, fica a poeira se escondendo pelos cantos". Nessa música tem uma frase que diz "a primeira vez é sempre a última chance" que é o princípio básico do Agility. Não tem outra vez.

Então, hoje é isso ai. Tem o diário #gotorio no vídeo abaixo. Aqui está em HD! Lá no Face, no Café com Agility está normal. Pra galera assistir melhor.



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Agility

Mais café - mais agility - mais Rio

escrito por Fabi Estiga nesta data  23. julho 2015 22:53

O vídeo fala sobre como viemos parar aqui em Sampa e como iremos parar no Rio de Janeiro. No vídeo eu faço um paralelo entre a visão viciada de um cara que adulto começou a fazer agility e se contaminou com o tempo e entre a visão do Théo, que ainda criança não entende bem o lado político das coisas, apenas quer praticar um esporte.



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Agility

25 inscritos para abertura do Carioca

escrito por Fabi Estiga nesta data  22. julho 2015 22:53

Falta pouco para as minhas primeiras provas em quase 10 anos no Rio de Janeiro e as primeiras de um Carioca. Que vamos e viemos tem pontencial para colocar mais duplas. Cinco duplas desta lista tem direta ligação com a nossa viagem. Mas meu parecer mais profundo vou dar apenas depois das provas.

Agora quero pensar em curtir a viagem.

São nove escolas com duplas em pista, um número incrível. É praticamente o mesmo número da Copa Paulista, porém o número duos é três vezes menor. Não temos as escolas gigantes de SP na lista. Um Dog World, uma Ducão já faria dobrar os inscritos, facilmente. Mas esse panorama não é crível, não dá pra imaginar algo desse tipo. As citadas são grandes porque estão onde estão.

É um circulo vicioso, uma engrenagem gira a outra.

Amanhã, no diário da viagem vou falar mais sobre os motivos desse deslocamento até o Rio e responder algumas questões que pintaram durante esses últimos dias.



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Nimoy 7 meses

escrito por Fabi Estiga nesta data  22. julho 2015 22:01

Só pra deixar registrado que hoje, dia 22 de julho de 2015, o Nimoy está completando sete meses de vida, cheia de latidos e pulos de canguru. Fotinho hoje aqui na casa da Oma (Dona Angela).



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Geral

GrandTour - ontheroad - gotorio - 01

escrito por Fabi Estiga nesta data  21. julho 2015 19:50

Vou tentar, não prometo, publicar um por dia. Se não der vou publicando tudo depois. Aqui um pouco da preparação para a viagem. Amanhã mostro um pouco do carregamento do carro e bastante de estrada.



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On the Road

Masoquismo - a arte de filmar e não filmar

escrito por Fabi Estiga nesta data  21. julho 2015 09:27

Agilitísta e masoquista. Porque não basta sofrer dentro de pista, tem que filmar e depois ficar assistindo todas as besteiras que fez. Até onde eu sei, a felicidade é encontrada em uma parte muito pequena dos percursos que completamos. Fora a mentirada que é dizer depois de uma desclassificação que ficou feliz que o dog fez a zona da passarela "ah ele entrou no slalon, fico feliz por isso". pfff.

Mas a gente gosta de ficar vendo e imaginando como seria se... Problema é que muitas vezes não tem ninguém pra filmar a tua pista, e ficar mendigando dedo e olho pra isso não é o canal. Tem gente que até se coloca a disposição, mas você sabe que aquela pessoa é distraída e tals, ela vai começar a filmar depois do segundo obstáculo, vai tremer, ou fica torcendo e comentando o vídeo. No final era melhor não ter filmado nada.

Ai que ontem topei com esse vídeo demonstração da SOLOSHOT. É um tripé que comanda sua máquina e segue você pela pista. Uma grande ideia, talvez não para uma prova, mas para treinos sim. O Marco Magiolo tem uma lá nos EUA, e comentou que são mais problemas que soluções. Mas o vídeo abaixo é bem interessante. Eu teria várias aplicações para um dispositivo assim, depois do vídeo tem os comentários do MM sobre o equipamento.

Pessoal eu comprei a Soloshot, tenho ela aqui mas tive muitos problemas com ela. 1) Muito dificil de parear o tripé com o sensor no braço (uma das maiores reclamações no site) você precisa ficar a 30 metros de distancia dela e apertar uma sequencia de botoes (é chato). 2) Não funciona em locais indoor, apenas em lugares abertos como todos os videos de demonstração mostram. Se você estiver competindo em um local indoor, não vai funcionar. 3) O tripé é feito para filmar em longas distâncias, acima de 20 metros. O que acontece quando usamos no Agility é que o tripé se perde e começar a girar procurando o sensor quando você chega perto dela. Na embalagem e no manual de instruções vem escrito que só funciona acima de 20 metros de distancia. Ninguém fala isso nos vídeos. A solucão pra isso é colocar o tripé longe da pista o que pode ser um problema porque pessoas passam na frente e estragam a filmagem. 4) O tripé só funciona se estiver no mesmo nível da pessoa usando o sensor, ou seja, se você estiver correndo na pista e colocar o tripé na arquibancada em um lugar mais alto não vai funcionar. Honestamente eu paguei 180 dolares aqui e quase não uso.



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Fabi Estiga

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Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"