Histórias de Volkswagens - mas o motor tá bom

escrito por Fabi Estiga nesta data  31. outubro 2016 23:43

Uma coisa é certa, quem tem carro antigo tem uma história pra contar, sempre! E hoje fomos pela manhã levar a Lew pra tomar a segunda dose da vacina dela. Tomou a primeira meio tarde, e a segundo tivemos que dar uma adiada, então fomos lá de Fusca!

E assim que encostei a porta, tenho a mania de dar aquela olhada no carro antes de virar realmente as costas pra ele, porque adoro meus carros, amo carros, e hoje essa placa tirou com a minha cara.

Dia desses fiquei empenhado com ele, dentro do condomínio. Um misto de problemas. Depois mais tarde, fui na minha mãe de Brasília. Ela perguntou se eu havia pintado a frente. Falei "não, troquei o paralama". Depois comentou "o motor tá bom, né?", no que de pronto respondi "é a única coisa boa nela".

Ela deu uma risada de preocupação. Porque mãe não pensa que você vai ficar empenhado com o carro e pedir socorro. Ela pensa que vai ficar parado na rua com o carro estragado e ao abrir a porta um caminhão vai te atropelar, ou um ladrão vai te assaltar, levar teu celular e não vai poder pedir ajuda, e caminhando pra casa de volta, sem dinheiro e celular, com esse calor e sem boné ficará desidratado!.

Mãe pensa assim.

Um minuto depois de sair desse ponto, cheguei em casa. E depois de estacionar meu vizinho comentou "tá melhorando o carro!". Agradeci e disse "mas tem muita coisa pra fazer ainda". E ele retrucou "mas o motor tá bom!". hehehe. Respondi "e é a única coisa boa que tem no carro". Ele deu uma risada.

Isso é Volkswagen.



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Ah meu Fusca | Ah uma Brasa

Ah uma Brasa |oo -w- oo| Boa vontade, por favor?

escrito por Fabi Estiga nesta data  30. outubro 2016 22:34

Se eu estiver escrevendo diferente hoje é porque eu instalei o monitor do PC na parede. Sim eu tenho um PC em casa e é o dispositivo que eu mais gosto de usar. Só pra citar uma das tantas coisas que fiz nesse final de semana.

Um pouco recuperado das atrocidades feitas pelo indigitado do cara que maltratou @brasablue, dei uma regulada no prachoque e coloquei os faróis novos que depois de uma busca por muitas cidades do estado, encontrei.

Ainda falta MUITO, mas já é outro carro. Ficou bem preta a cara, porém é porque não tem pintura ainda, mas os olhos novos já mudaram totalmente as linhas. Gosto do azul dela, e quando for pintar será essa a cor, no entanto a dianteira, pretendo deixar preta mesmo.

Acho bem legais esses faróis amarelos, esse grandão também, porém eles pintados com tinta???, ai não. O grandalhão também tem um visual tri, mas (cheio de mas e poréns) com a base quebrada e de plástico, não era. Já achei de metal. Só que temos outras prioridades.

Boa vontade

Ontem troquei o jogo de faróis, que foram complicados de achar. São dois tipos, nos de fora eles tem a luz da lanterna, os de dentro não. Algumas vezes encontrava um de fora e um de dentro, de marcas diferentes e ou acabamentos diferentes. A primeira vez que encontrei quatro da mesma marca, lente de vidro e carcaça de metal, foi essa.

Auto Peças Zagonel:
http://www.apzagonel.com.br/

Com um pouco de boa vontade a gente faz muita coisa. Regulei o capô, para fechar e abrir como de qualquer carro, hoje, ficou dez, coisa que o profissional não conseguiu. Óbvio que dá algum trabalho, cada pequena coisa que você faz perde uns 30 minutos.

O vendedor que me atendeu na loja de Lajeado, onde encontrei o jogo de faróis também, teve uma boa vontade, extra blaster. Mês passado passei lá e um outro vendedor não teve a mesma prestatividade.

Na ponta do parachoque, vai uma polaina de plástico. Essa bagaça, comprada nova, tem um acabamento terrível. E não fica de forma alguma grudada lá, sem uns parafusos a mais. Hoje comprei tinta preta fosca, pintei os parafusos e posicionei certinho.

Detalhes tão pequenos de nós dois!



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Ah uma Brasa

in the air tonight

escrito por Fabi Estiga nesta data  27. outubro 2016 21:08

Sou fã do Phil Cóllicas, já falei isso aqui? Não? Talvez? Enfim, sou fã. Primeiro dele, depois do Genesis. Mas essa música vai além do normal.

Tem um documentário falando desse disco do Phil Collins, e nesse doc (procure no face) ele fala da criação dessa música. Se você acha que acaso não existe então nem veja. Porque ela é fruto do nada. Phil sentou no piano, tocou uns acordes, gostou, ligou um microfone, apertou o REC e começou a cartar, do nada, a letra do que seria in the air tonight.

Um baterista usando uma bateria eletrõnica?



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Música

Dicas de treino - tenha uma meta

escrito por Fabi Estiga nesta data  27. outubro 2016 19:55

Esquece a Dilma, e a história da tal meta. Seja realista e coloque uma meta para seu treino. Se você tem um treinador fale com ele e veja algo realista.

Mesmo que você não vá competir, esquece a competição.

Por que uma meta, se eu não vou competir? Porque uma meta te coloca um ponto pra focar. Só não coloque algo muito distante, porque focar em algo muito longe é difícil.

Comecei a treinar a Lew, agora, sem obstáculos nem nada. Minha meta é ensinar ela a me seguir. Eu chamo, ela vem, dou uma corridinha, e ela vem. Essa é minha meta, ensinar ela a me seguir.

É pouco não? Mas é isso.

Pense em algo pequeno que você precisa melhorar...
Pensou?
Talvez esse seja o seu alvo, a sua meta.



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Agility | Treinamento

Ah uma Brasa |oo -w- oo| tô me lixando

escrito por Fabi Estiga nesta data  25. outubro 2016 21:28

Eu odeio ter que depender de serviços. Por isso acabei desenvolvendo uma característica simples, desenvolvi o tal do "do yourself". Faça você mesmo. O problema disso é errar muito pra acertar, porém uma vez certo é fácil reproduzir o correto.

Hoje, final da tarde, me botei a lixar o capô da Brasa, testes e mais testes com lixas de todos os tipos. Pra tirar o tanto de coisa que tem nele, vixe, tem que ser algo cascudo. Na loja de peças me venderam uma bem fraquinha.

Disse o vendedor "se pegar uma muito aspera, arranha a pintura". Quase que eu disse "cê num tá inteindeindu meu". Eu quero mais é tirar tudo mesmo! Mas não rolou, não me fiz entender. Depois de achar a gramatura certa consegui tirar uma ínfima parte do capô, a dobrinha da frente. 

Acabei atacando a porta e ficou legal. Não sei bem pra que tô fazendo isso, mas fiz.



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Ah uma Brasa | VW

A gente teima, antes temia

escrito por Fabi Estiga nesta data  25. outubro 2016 15:42

"A gente queima todo dia mil bibliotecas de Alexandria", essa frase é muito Gessinger. Parceria dele com Tiago Iorc. Prefiro a versão que o Humberto toca na turne ao vivo.

Já tinha escutado Tiago Iorc, a maioria já escutou e nem sabe direito quem é. Mas é um cara que se criou pelas bandas do RS e escutou muito Rock dessas bandas. Então tem influências como Engenheiros do Hawaii e Cidadão Quem. Abaixo uma versão para Alexandria.



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Música

Não tenha um Border Collie

escrito por Fabi Estiga nesta data  25. outubro 2016 12:01

Psicologia reversa, diriam alguns. Mas o Jorge de Carvalho, no Facebook, listou "10 motivos para não ter um Border Collie". Porém alguns ítens são reversos. Por que?

Eu, feliz proprietário hoje de 4 Borders e Meio, vejo alguns pontos como Hiperatividade, pastoreio, dificuldade de ficarem sozinhos... por exemplo como pontos positivos. EU acho bom, entre outros pontos.

Acho ótimo que sejam colocados TODOS os defeitos da raça, porque eles quase que são suas maiores virtudes. Porém o mais belo animal pode virar o pior deles. Só a Hiperatividade pode transformar um cachorro que seria fantástico em algo abominável.

Agora o que eu acho bom, necessariamente não é bom pra todos. Eu gosto de Fuscas, Kombis, Brasílias e Volkswagens refrigerados a ar. Para outros isso é o que pior existe, pessoas que não entendem nada de carro, paciência. kkk.

Border Collie é uma raça fantástica, porém são pra tutores experientes ou pessoas dispostas a aprender e evoluir. Se você não quer ter trabalho, sugiro um cacto. Se você quer ficar olhando pra algo, sugiro uma televisão. Se você quer fazer exercícios... uma esteira.

Não, NUNCA, um cachorro.



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BC

Até o próximo domingo - menos polêmico

escrito por Fabi Estiga nesta data  23. outubro 2016 22:13

Ontem completei uma semana com a doga nova. Filhote em casa é sempre legal, embora o cuidado com um filhote deva ser dobrado. Os outros cães, a casa, o pátio, o que pode ser perigoso ou que dá e o que não dá pra fazer.

Ela entrou no ritmo da casa bem rápido. Talvez porque a nossa experiência com cães novos tenha sido boa nos últimos tempos. Coca e Nimoy deram quase zero de tabalho. Acima Lew na esquerda, depois de comer, uma soneca, Ao lado dela a Glee. Ambas na mesma posição.

Nem tudo são flores, quinta-feira, depois de um atraso de mais de 20 dias, fui pegar a Brasília na oficina. E ficou uma bosta. O serviço feito no carro ficou meia boca, algumas coisas combinadas não foram feitas e no final o péssimo profissional pra quem eu infelizmente entreguei meu carro ainda colocou a culpa em mim.

Olhando assim o cara aparenta estar pior do que quando foi pra oficina. Até que não, porém estou bem desapontado com o resultado final, desse processo todo. No meio dele senti que teria problemas, mas acabei levando até o final porque infelizmente paguei metade antes. Se arrependimento matasse...

No final das contas, depois de muita discussão, onde em momento nenhum o prestador do serviço demonstrou que iria tentar refazer o que havia feito errado, menos ainda fazer o que não foi feito. Acertei pagar menos do que o combinado, embora minha vontade fosse pagar ZERO.

Enfim, o negócio é se recompor e jogar o jogo. Boa semana para todos.



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Até o próximo domingo

Apenas um cão

escrito por Fabi Estiga nesta data  23. outubro 2016 21:39

Tire o troféu, a medalha, as bestlaps, as vagas para mundiais e qualquer pódio em qualquer campeonato. Tire o treino e os obstáculos. O que sobre é uma pessoa e um cão. Então melhor focar no essencial no agility, o cão.

Quando você perde um cachorro, eu garanto, nada disso importa. A medalha, o troféu, título, tudo vira fogo a luz do sol.

Esse tema não é novo aqui no blog. É sempre bom lembrar que o foco do agility deve ser outro. Deve ser a construção de algo mais sólido do que apenas conquistas, é claro que podemos e devemos sonhar. Faz parte. Equilibrar o que queremos com o que podemos é tão importante quanto.



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Agility

Indigestão e o poder da sugestão

escrito por Fabi Estiga nesta data  21. outubro 2016 09:31

Você enxerga apenas o que quer ver. O máximo do pré-conceito, a primeira impressão é a que fica. Cabe aos mais arejados buscar uma segunda e terceira impressões. Não vamos nos limitar ao óbvio.

Seletivas

Assim, uma pusta seletiva numa determinada data, três ou quatro dias de provas, pra dizer chega!!! E lá a gente escolhe os que vão pro mundial e era isso. Talvez três duplas do Brasileirão e as outras 9 desse final de semana. Não é minha ideia e formatos assim são usados em várias partes do mundo.

Me mostra o contrato que eu assino.

Mundial não é tudo

A gente precisa entender: "querer ir pro mundial não quer dizer ter o mundial como objetivo". Eu converso com muita gente, pessoalmente, email, telefone, whats, face, instagram... menos pelo twitter. Esse parei de usar. E o que menos eu escuto é "pow, quero ir pro mundial". Sério, 90% das pessoas não tem o AWC como objetivo.

Pergunta errada, resposta certa

As pessoas perguntam "quer ir pro Mundial", como se fosse fazer a inscrição e pronto. E o outro responde "quero". Mas a pergunta deveria ser "qual o seu objetivo dentro do Agility?". A maioria vai dar respostas particulares. Melhorar as zonas, minha condução, encurtar trajetórias do dog, melhorar o out, o fica, terminar o slalon do cachorro... e assim vamos.

Só que de tanto falar em mundial as pessoas se contaminam e acabam achando que o Mundial é tudo. Só que não. Hoje o Mundial de Agility é para não mais que 10 ou 12 duplas brasileiras. Na teoria você tem que ter: dinheiro, cachorro, força de vontade, uma preparação psicológica acima da média e paciência.

Se você quer ver como é o mundial, pode assinar um pacote de transmissão, que não é nada de mais, mas também não é caro, ou faz a viagem junto com a seleção e vê como é. Sente a pressão dos competidores, se depois disso achar que é pra você, faça o que precisa ser feito.

Independente do seu objetivo ser a Seleção ou não, os objetivos menores ainda serão necessários. Me parece meio indigesto dizer que "todos querem ir pro mundial".



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Agility

Lew - em nome do rei

escrito por Fabi Estiga nesta data  20. outubro 2016 15:39

Antes mesmo da Lew existir a gente aqui em casa conversava sobre o nome do próximo cachorro. Seria Lewis e pronto! Sem mais ou menos. E a Vívian só aceitou quando no quadro negro da cozinha eu escrevi Lewis e logo abaixo escrevi Elwis com "W". As mesmas letras!

Pena não ter convivido com esse velho rabugento, mas não tem homenagem maior do que essa, creio.



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BC | LEW

Lew - o nome

escrito por Fabi Estiga nesta data  20. outubro 2016 11:15

Meu primeiro Border Collie se chama Schummy, hoje com quase 14 anos continua com o espírito lunático de um Border Collie, mas com o peso da idade. Em 2003 Schumacher, o Michael, era o dominante na F1. Então com cinco títulos mundiais. Seria campeão em 2003 e 2004 ainda.

Queria voltar com essa tradição. E agora a Lew (Liu) é o retorno dessa, que nunca deveria ter terminado. Ao invés de Guíça, Bola, Glee, Coca e Nimoy, deveriam todos ter nomes de pilotos.

Lewis Hamilton é muito masculino, mas Lew não é tanto. "Ah, mas isso é nome de macho". Depende. Na Itália Andrea é nome de homem. Kimi na Finlândia também. Tem alguns países que nomes são usados tanto para homens, quanto para mulheres. No caso dos cães fêmea e Macho.

Então, Lew é o retorno de algo que nunca deveria ter deixado de ser.



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Agility | LEW

Tipo Nordeste

escrito por Fabi Estiga nesta data  19. outubro 2016 19:27

Conversava com o Fabio Rezende, do Oatã, sobre o Campeonato Pernambucano e suas dez etapas, quando fui rapidamente corrigido por ele. "São 16" porque ainda tem o Paraíba de Agility (Copa Paraíba).

É fácil entender como tantas duplas desembarcam em São Paulo e apresentam desempanho tão bom, praticamente igual a das melhores em cada categoria em que tiveram representantes.

Distâncias

430km - São Paulo -> Rio de Janeiro
450km - Porto Alegre -> Florianópolis
750km - Porto Alegre -> Curitiba
400km - Curitiba -> São Paulo
580km - Belo Horizonte -> São Paulo
730km - Belo Horizonte -> Brasília
120km - Recife -> Jão Pessoa

A distância entre as últimas capitais é, posso dizer, ridícula.

É claro que ambos os Campeonatos precisam aumentar o número de inscritos por prova. Algo que basicamente TODAS as competições precisam, porém o que eles tem feito tão longe dos centros do Agility é digno de nota. E 16 provas em uma temporada??? É um número exemplar.

Uma pena a distância de Porto Alegre até Recife, via BR116, 3800km.

Enquanto Isso...

estados como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais não tem datas de Campeonatos no Calendário.



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Agility

CBA CUP - troca de datas da 3ª e 4ª etapas

escrito por Fabi Estiga nesta data  19. outubro 2016 19:22

Nunca é bom trocar datas de provas, principalmente as nacionais. Quando as duplas de fora de São Paulo precisam de uma programação maior para viajar. Porém essa troca de agora da 3ª e 4ª etapas são praticamente um adiamento. E a informação de que as provas serão no Clube de Cãompo.

Na foto abaixo a Edilene entrega o troféu de 2º lugar no Grau 1 Standard do Théo com Bola, da VII Copa CBA. No Clube de Cãompo.

Sempre afeta, é óbvio, a programação das pessoas, as mudanças de datas. Eu já deixei muito de competir porque mudaram datas e o ideal é que todas elas sejam respeitadas após a divulgação do calendário.

O que acontece nesse momento é uma falta de locais para realizar provas, que atendam as exigências mínimas. Sem contar 800 metros quadrados como mínimo para o oficial. Muitas outras se fazem necessárias.

Só pra citar três: banheiros, lanchonete e estacionamento.

A prospecção de novos locais não é uma tarefa fácil e no momento não existe uma pessoa que cumpra essa função dentro da CBA.

Me lembro de Campeonatos Brasileiros que competi quase que integralmente onde não foi repetido o mesmo local. Sendo que eram cinco finais de semana. No entanto alguns locais que entrei em pista não eram dos mais legais. E sempre haverão ressalvas.



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Agility

Além das tabelas - CCBA8

escrito por Fabi Estiga nesta data  19. outubro 2016 09:45

Como tudo sempre, as provas do Dog World agradaram, foram normais sem graça e ou desagradaram. Aqui vamos falar apenas de coisas boas. Começando pela arquibancada natural da foto abaixo. É legal esse lado ali das árvores no Dog World. Não é público em si, são os praticantes assistindo as provas.

- duas equipes torceram mais que as outras. Algumas alias nem torcem. O pessoal de Pernambuco da Oatã esteve muito organizado, uniforme novo e tudo. E a Amigo Cão também. Foram os dois destaques em termos de animação;

- falei dos uniformes e acho legal essa identificação. Nas útlimas duas provas, Abertura do Brasileiro (18º) e abertura da Copa CBA (8ª) estivemos TODOS de uniformes. Não houve uma pista sem a camisa preta/laranja. A identificação é tudo. Tanto que lá no Clube de Cãompo alguém de fora do agility me falou "vocês são a maior equipe da competição". Na verdade eram muitas camisas iguais. Foi-se o tempo de todos uniformizados;

- e as vagas para o mundial 2016? Pois então, no mini Javier com Black (jack russel), no midi José Luiz com Bina (border collie) e no standard Felipe com Cookie (border collie). Cookie e Bina estiveram no Mundial desse ano e já estão classificadas para próximo. E Black, conduzido por Javier que é Chileno, é novidade no selecionado. Fica a velha história de sempre, classificar é uma coisa, ir pro mundial é outra;

- condutores de outros países não são novidade na nossa seleção de mundiais. Marta Pires e Antonella Corsini são duas que lembro de cabeça, não lembro se houveram mais em Mundiais;

- Muita gente nova começando nessas provas. Sempre bom conversar com quem está só no início de uma jornada. Tantas coisas boas pra acontecer e tantas nem tão boas assim. Paciência, tem que enfrentar tudo;

- E o horário de verão matou uma hora de sono, mas também fez com que a prova acabasse com muito sol ainda pra aproveitar durante o dia. Não que a falta de luz seja um problema no Dog World. Próximas provas nacionais agora apenas em janeiro, 28 e 29, mais duas etapas da Copa CBA.



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Fabi Estiga

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Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"