Numberos do XVBR parte 4 - as escolas

escrito por Fabi Estiga nesta data  11. julho 2014 09:47

É lá que a mágica acontece. O cachorro chega sem nenhum conhecimento e acaba como um atleta. É bem verdade que esse conceito de Escola vem mudando com os grupos de agility. Como o GAP e também como o AgilityESP. No primeiro caso fisicamente existente e no segundo ideológicamente.

"Ideologia, eu quero uma pra viver" já dizia o Agenor.

Ideologias, ideias e ideais pra fora do contexto, independente de onde o condutor treine com seu cão, o que importa mesmo é que ele vá treinar. Até mesmo porque ele está pagando para lá competir, numa inversão de valores complicada, uma vez que na maioria dos esportes você recebe para estar em uma equipe.

Na foto galera do extinto Canil Leão. Hoje distribuídos em várias equipes.

Mas o post não é sobre esse assunto, nosso esporte está longe de ser profissional.

Embora na teoria nosso esporte, no campo escolar, não tenha mudado, a primeira força nacional mudou. Dog World pela primeira vez em muito tempo, não foi a maior escola dentro do Campeonato Nacional. Coube ao GAP (Grupo de Agility Paulista) encabeçar a lista que contou com outros 29 grupos de condutores.

Entre as 10 mais temos três escolas realmente formadas fora de São Paulo. A maior em número de inscritos foi a Brigada Veneno, seguida pela Universicão Curitiba e Border Collie Curitiba. Evidenciando porque o Paranaense foi tão forte. O AgilityESP, que conta com condutores do Rio Grande do Sul, tem boa parte de suas inscrições oriundas de São Paulo, ficou com a 10ª posição.

O grupo dos individuais é o quinto maior responsável por inscrições.

No total 18 Grupos são de fora de São Paulo. Não dá pra chamar todos de escola, embora algumas sejam. A maioria são equipes mesmo, e 11 são do estado que recebeu todas as provas do XV Campeonato Brasileiro. Muita gente viajando em todas as etapas, fato que talvez demonstre a necessidade de tornar o nacional realmente nacional, e não um super estadual incrementado por forasteiros e suas isenções.

Será que a "divisão de forças" seria igual se seis dessas dez provas fossem disputadas fora de SP?



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Numberos do XVBR - parte 3 - meninos X meninas

escrito por Fabi Estiga nesta data  9. julho 2014 11:31

Os títulos podemos até dizer que foram casualidade, mas o número praticamente igual de mulheres e homens não. No próximo Brasileiro é bem possível que tenhamos mais ELAS do que ELES em pista. O que é ótimo. No XVBR, notícia velha, foram elas que venceram 10 títulos contra 6 deles.

Talvez as vitórias não sejam tantas.

Um ponto interessante é que mesmo com esse empate técnico, a diferença do total de pistas masculino não é pequeno. Os homens estiveram em pista 1304 vezes, enquanto que as mulheres 1170. Os homens são maioria, porém também foram mais participativos e tem mais cães.

Todavia, a fominha dentre todos é delas. Marcela Checchia que esteve em todas as provas com três cães entrou 60 vezes. O condutor que mais entrou foi Giovanni com 56. Vinte três condutoras ultrapassaram os 20 percursos. O mesmo número foi alcançado por 30 condutores.

O fatão (grande fato) é que seguindo a tendência da Europa e Estados Unidos ELAS estão crescendo. Comparando com os dados, novamente, do EO2013 temos poucas mulheres em pista. Lá a diferença é brutal 63 contra 37, porcento.



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Numberos do XVBR parte 2 - qualificaí

escrito por Fabi Estiga nesta data  8. julho 2014 20:00

No último Café com Agility (V) coloquei alguns dados do EO2013, desclassificações, pistas zeradas e total de percursos. E achei os números bons, um nível técnico legal. E se percentualmente as qualificações da competição da Europa são bons, os que temos aqui também são. Seguindo com as análises que comecei aqui, vou comentar um pouco sobre as qualificações das pistas.

Se o EO2013 me sugeriu um bom índice técnico com 656 percursos zerados em quase 4000, então os 376 em quase 2500, devem estar no mesmo patamar. Percentualmente 16,65% e 15,18%.

É claro que pode parecer uma comparação injusta, e até é. Não comparar o Brasileiro com o EO, sim o contrário. Comparar o EO que ocorre em três dias com o Brasileiro que ocorreu em cinco finais de semana.

Vários fatores alteram os dados. Piso, clima e percurso, e que dificilmente serão alterados em uma competição de três dias.

Interessante que esse percentual médio de pistas completadas zeradas é o mesmo há anos. Na 3ª etapa do Brasileiro 20% de pistas completadas sem erros. Já a 9ª teve 10%. Específicamente somando essas duas temos a média 15. São dois extremos.



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Numberos do XVBR parte 2 - qualificações

escrito por Fabi Estiga nesta data  8. julho 2014 10:48

No último Café com Agility (V) coloquei alguns dados do EO2013, desclassificações, pistas zeradas e total de percursos. E achei os números bons, um nível técnico legal. E se percentualmente as qualificações da competição da Europa são bons, os que temos aqui também são. Seguindo com as análises que comecei aqui, vou comentar um pouco sobre as qualificações das pistas.

Se o EO2014 me sugeriu um bom íncide técnico com 656 percursos zerados em quase 4000, então os 376 em quase 2500, devem estar no mesmo patamar. Percentualmente 16,65% e 15,18%.

É claro que pode parecer uma comparação injusta, e até é. Não comparar o Brasileiro com o EO, sim o contrário. Comparar o EO que ocorre em três dias com o Brasileiro que ocorreu em cinco finais de semana.

Vários fatores alteram os dados. Piso, clima e percurso, e que dificilmente serão alterados em uma competição de três dias.

Interessante que esse percentual médio de pistas completadas zeradas é o mesmo há anos. Na 3ª etapa do Brasileiro 20% de pistas completadas sem erros. Já a 9ª teve 10%. Específicamente somando essas duas temos a média 15. São dois extremos.



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Numberos do XVBR parte 1 - cães e raças

escrito por Fabi Estiga nesta data  7. julho 2014 10:05

Sábadão foi publicado no Face e no site da CBA um info gráfico sobre o Brasileiro. Normalmente são divulgadas as informações, foi a primeira vez que fizemos uma arte, ideia do Samy. As estatísticas são sobre os números totais do XVBR, se um cão foi inscrito para oito provas, contou como 8 inscrições. A variação é pequena, nas raças tivemos, para citar o caso que vou falar aqui, foram 750 inscrições e 126 cães. Tanto sobre as 2476 pistas, quanto sobre os 209 cães o percentual foi de 60% (Border Collie).

No entanto é mais justo somar tudo. Porque num exemplo pratico desse ranking vemos que o Terrier Brasileiro e Golden Retriever tiveram cinco exemplares dentro do XVBR, só que os cães da primeira raça foram inscritos mais vezes.

Os Borders ainda seriam maioria. É preciso dizer que o número de cães dessa raça tem se mantido em termos percentuais, em número de cães diminuiu. Algo que desejo e defendo, o crescimento de outras raças dentro do esporte que não Border Collie e Pastor de Shetland, não ocorre. Dados de sete anos atrás mostram isso. Nos últimos 8 anos 60% dos cães são da raça Border Collie e as demais variam. Até os Shetlands sofrem. Nessa temporada tivemos uma baixa dessa raça.

As outras é que não se mantém. Em uma temporada, dessas passadas, tivemos 13 cães da raça Schnauzer em pista. Na que passou apenas 3. Houveram picos de várias. Dez Labradores, oito ou nove Goldens e assim vamos. O problema é que esses números não são mantidos, a média cai. E se até o Pastor de Shetland, todo poderoso do Mini/Midi caiu, imagina o pobre Cocker Spaniel, o Poodle e o Yorkshire?

O problema está na mentalidade do proprietário de cão no Brasil. Se você pensa em exercício para um cão logo pensa em andar com ele. Donos de Borders sabem que apenas andar não resolve. Na maioria das vezes um cão jovem da raça precisa de desafios mentais. Essa falta de foco no esporte, que poderia ser flyball, frisbee, Freestyle, ou qualquer esporte canino, freia o crescimento.

E por outro lado, aqueles que entendem o agility como boa forma de divertir o cão de outra raça MENOS o Border Collie tendem, de forma justificável, a pegar como segundo cão um Border ou Shethand.

No próximo post vou falar sobre índice técnico.



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Entre as 10 mais

escrito por Fabi Estiga nesta data  5. julho 2014 12:39

Primeiro agradecer a Adalgisa que fermenta o AgilityESP, deixando nossa equipe maior. Sem ela não estaríamos nessa posição. Segundo dizer que o número de inscritos de uma prova, mesmo sem relacionar ao número de duplas em pista, muito menos vitórias e títulos (que são bons e secundários), reflete o quanto que cada condutor quer estar lá, na prova.

A décima posição em número de duplas inscritas dentro do XV Brasileirão, no meio de um monte de escolas estruturadas mostra que é possível fazer agility sem escola. Mostramos isso, Adalgisa, Vívian e Eu. Além dos condutores de fé, ainda temos os que apenas divulgam nossos ideais pelas pistas do Brasil. Obrigado para esses também!

Aqui a fonte da informação. Um lindo infográfico do XV Brasileirão, das coisas mais magnificas que já vi. kkk.



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Agility | Agility.ESP.BR

Agora elas mandam na bagaça

escrito por Fabi Estiga nesta data  20. maio 2014 17:23

Dez mulheres e ou meninas chegaram ao título, é o que conta a matéria do site da CBA. Aqui o link. Não me surpreende porque em todos os países desenvolvidos no agility elas tem mais ação que eles. Dizem que são mais leves com os cães. Acredito que sim.

No ranking do XVBR foram 227 duplas que pontuaram, várias em mais de um, destas 113 tem condutoras. Praticamente a metade, sobram 114 para os meninos. Isso falando apenas das duplas que marcaram pontos. Ou seja, nós homens, fomos ineficientes e posso até estar errado, mas estamos vendo o início da dominação.

Abaixo o ranking final da categoria iniciantes Mini/Midi.



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Títulos pelos estados

escrito por Fabi Estiga nesta data  20. maio 2014 01:57

Não chega a espantar o número de títulos "estrangeiros" dentro do Brasileiro. O que espanta é a falta deles no grau 2. Nem vamos falar no 3, porque lá... bom já falei sobre em outro post. Não é de hoje que falo sobre a eficiência das duplas não paulistas depois do grau 1.

Casualmente a única dupla campeã na temporada passada nessa condição foi no grau 2. Marcos Victor/Fly no Midi. Voltando dois anos atrás foram três, três e dois. Logo a atual temporada é a que menos São Paulo dominou nos últimos cinco anos. Sinal de queda? Nhééé. Não.

O que acontece com as duplas de fora? Falta um campeonato regional mais forte? Treinador? Treinamento? Cachorro? Escola? Provas fora de São Paulo ou em seus próprios estados?

Abaixo os campeões/estados:

PR - Cassiana/Kid
SP - Mari Calasans/Ghost
SP - Sonia/Mey
RJ - Rena/Marley
RJ  -Giovanni/Minnie
PR - Rebekka/Frieda
SP - Mari/Spoke
SP - Adriana/Fox
RS - Vívian/Elvis
SP - Claudio/Ciska
SP - Luciana/Caco
SP - Marcela/Dino
SP - Doriela/Bartho
SP - Paulo/Blanka
SP - Samy/Theo
SP - José Luiz/Dino

Não é um fator que determina. A união de dois ou mais é que acaba prejudicando os forasteiros. O contrário também é válido. Não apenas uma variável ajuda na vitória, também é uma soma. O certo é que agility não é ciência exata. Se fosse seria fácil demais.



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Nunca vai estar bom pra todos

escrito por Fabi Estiga nesta data  19. maio 2014 12:06

Essa é a maior verdade sobre tudo. Vivendo em sociedade como todos nós vivemos já deveríamos saber que sempre haverá alguém reclamando de algo porque quando alguém decide algo não contemplará todos com a melhor opção. As reclamações são justas, todos podem e devem reclamar. No caso específico da discussão de domingo quando o Sr. Artur Pires, vou citar formalmente porque estou falando do árbitro, tomou a decisão de não permitir que as duplas terminassem os percursos.

E ai chovem as reclamações.

Acho ruim, mas num lugar sem iluminação o que vamos fazer? Deixar o problema rolar e acabar a prova no escuro não era uma opção. E ninguém está lá pra prejudicar ninguém. Ao meu ver a reclamação estaria presente independente da saída. Porque tem gente que não quer ajudar, apenas quer reclamar.

Falar que o clube de Cãompo não tem iluminação é chover no molhado. Todos sabem disso e as inscrições tem sempre uma boa resposta por vários motivos. Um deles é que as provas são onde são. Dizer que os iniciantes não deveriam ser os últimos até acho que é justo. Não deveriam mesmo, mas já ouvi condutores iniciantes reclamando de ter que acordar cedo pra competir.

Ai coloca no meio da prova, e os condutores grau 2 e 3 vão reclamar que demorou a troca de percursos porque tem que tirar e colocar slalon, rampa A e gangorra... Ai o condutor grau 3 que ficou pras últimas pistas reclama dizendo "como pode as duplas que vão representar o Brasil no Mundial de agility, entrando no escuro? Que absurdo!!!"

Nunca estará bom.

Então vamos colocar uma segunda pista!!!

Já até consigo ouvir as reclamações: "eu tenho cachorro nas duas pistas", "vou ter que reconhecer dois percursos", "não vai dar tempo", "não consigo lembrar", "a inscrição está mais cara" e blá blá blá...

Fica aqui o elogio, muito bom Artur!

E parabéns também pra Secretaria que deve ter trabalhado alucinadamente porque os resultados de sábado estavam on-line no site sábado e os de domingo, bem como os rankings, estavam no site, publicados domingo mesmo. Show!



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Absolutos

escrito por Fabi Estiga nesta data  19. maio 2014 02:50

Nas retrospectivas que fiz antes das finais as pequenas prévias sobre cada ranking no final dos textos apontavam para as vitórias de Paulo/Blanka, Samy/Theo e José Luiz/Bona. São números grandes das vitórias. A mais apertada foi do mini, mesmo assim os 220 pontos no final das contas equivale a duas vitórias com best lap, e ainda sobra.

Blanka chegou ao penta campeonato, seguido. Aos dez* anos de idade. Uma grande dupla. Samy com Theo, depois da operação que precisou fazer nas férias de verão, foram hexa, seis vezes seguidas. Para Samy foi o sétimo título nos midis.

E fechando essa trinca multicampeã José Luiz que chegou ao bi com a Bona, mas que é tetra se contarmos os dois títulos com Dino. Nos últimos cinco anos quatro títulos para este condutor. Na vitória desse ano mais de 300 pontos de diferença para o vice. Não, não está errado, são exatos 312 pontos, já descontados os descartes.

O que me fez refletir.

Chegar ao grau 3 não chega a ser difícil, no entanto é bem possível que seja apenas para fazer número. Sim, porque se os condutores top acabam como números, imagine um mortal, como eu.

Absolutos, assim eles tem reinado.

* UPDATE: a Juliana Sales me avisou que a Blanka tem 10 anos, havia colocado 9 antes. Brigado Ju! Um título a cada dois anos. Boa média.



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Post das lamentações

escrito por Fabi Estiga nesta data  15. maio 2014 02:27

Alta madrugada, já posso dizer que 2 e 28 de quinta é alta madrugada? Não sei. Certo que o dia hoje e o final de semana serão profundamente tristes, como já está sendo essa madrugada.

Finalmente terminei de escrever as retrospectivas do Brasileiro e nessas alturas já faz pouco sentido saber quem foram os campeões desde 2008/2009. Passei até a achar que ninguém lê, as pessoas apenas curtem.

Treze deles já estão no ar e ainda falta dois para publicar hoje durante o dia.
Aqui todos os links.

Infelizmente não estarei em Itú, outra vez, para comemorar o final de mais um Campeonato Brasileiro. O motivo nem vem ao caso, estou tão puto com isso que se escrever só vai piorar a situação. Então creio que é melhor apenas lamentar o que não vou fazer.

Não viajarei, não entrarei em pista, não vou fazer minhas primeiras provas como grau 3, não verei meus amigos, não farei as matérias que poderia fazer estando lá, dependerei de fotos e textos de terceiros para trabalhar, entre outras lamentações.



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XVBR - finais já estão ai

escrito por Fabi Estiga nesta data  13. maio 2014 11:25

Numa semana conturbada pré viagem não vai dar pra escrever muito aqui. Mas nessa passagem pra falar sobre o último dia de inscrição para o XVBR em Itú, vamos colocar a conversa em dia.

São 24 estrangeiros na lista de inscritos e não sei se cresce mais, acredito que sim. Nesse ritmo teremos um bom número de inscritos. Seria legal pelo menos que os pódios dos rankings estivessem completos, algo que não sei se teremos.

Na foto by Guilherme Trevisani o Valdemar com a Laila.

Legal ver nomes como do Yuri Lesnau, sobrinho da Fernanda na lista de inscritos, e do Valdermar da Lobo Guará, que participou da realização das etapas de Delfinópolis do Mineiro e volta a competir no Nacional. Rio de Janeiro e do Sul, Paraná, Minas... quem mais?

Eu se fosse você e estivesse na dúvida, não teria dúvidas, me inscreveria. Infos da prova aqui.



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Mais matérias, mais matérias

escrito por Fabi Estiga nesta data  10. maio 2014 22:50

Estou mergulhando de cabeça nos títulos passados e o que vejo nem sempre é legal. Alguns rankings vazios, com duplas vencendo com poucos pontos, marcados em poucas etapas. Não é desmerecido, vale tanto quanto qualquer outro. vencer dois ou vinte cães, tanto faz. É vencer.

Mais duas matérias com os campeões mini e midi do grau 1.

Dados, dos minis campeões nos últimos cinco anos, apenas um ainda compete, a última dupla, Samir/Lali, dos midis campeões, apenas um já deixou as pistas. As demais seguem na ativa, mesmo competindo pouco como Juka e Cocota, que entraram em pista apenas em duas provas cada em 2013/2014.

Amanhã os standards grau 1.



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Túnel do tempo - Brasileiro passado a limpo - 5 anos

escrito por Fabi Estiga nesta data  8. maio 2014 14:20

Duas de, sei eu quantas, matérias visando as finais do XV Campeonato Brasileiro de Agility em Itú mostra os últimos cinco campeões do Mini/Midi, categoria iniciantes. Me lembro muito bem de vários desses títulos. Mesmo ausente das últimas duas finais em Itú.

Me lembro muito bem do bi da Vanessa, com Cocota e Brisa, do título do Allan com Aquiles, apesar de ser um Golden Retriever, do Raphael que venceu com Lock e nunca mais competiu, do título do Cookie com Dani, não estava lá, mas acompanhei com atenção e o da Adalgisa com Dylon, numa disputa que foi até a última pista e que poderia ter dado empate inédito que seria decido pelos excelentes zerados. Caso a Marcela/Nina não tivesse marcado 7 pontos na primeira pista da última etapa não descartaria 7 pontos, empatando com Adalgisa inclusive no número de vitórias.

Retrospectiva Mini/Midi
Retrospectiva Standard

Casos interessantes também dos campeões que simplesmente abandonaram o agility. Logo de cara, no início da carreira campeões e aposentados. Uma pena. Por isso Itú é tão festeja, desejada e querida. São tantas histórias de títulos e derrotas pra contar que fica impossível não lembrar.



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XVBR - 10 dias - na ponta dos cascos e fora do páreo

escrito por Fabi Estiga nesta data  8. maio 2014 10:46

Glee não vai ficar 100% para o grau 1 nesse final de Brasileiro. Semana doente parou com os treinos e acabou prejudicando totalmente seu debut na busca por excelentes zerados, que não viriam, com certeza já nessas etapas. Slalon faltando, apenas isso.

Mas tudo bem, não sei se vou colocar ela novamente no iniciantes, falei pra Vívian competir com ela nesse final de semana, seria uma boa para começar a adaptação ao novo dog dela, Coca. Ela amarelou legal. Inventou um monte de desculpas. Puro medo. kkk. Se colocar vai ser pra divertir a galera, geral gosta da Glee, foto abaixo by Miguel Ferigatto.

Estou fazendo uma série de matérias para colocar no ar sobre os últimos cinco anos de brasileiro, relacionadas aos campeões de cada categoria. Muito bom relembrar quem foram. Em breve acho que as primeiras vão pro ar.



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Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"