O que é importante no agility?

escrito por Fabi Estiga nesta data  10. janeiro 2014 01:02

Também não gosto de usar pontos nos títulos. Tem três coisas importantes pra treinar no agility. Nº1 Saltos, Nº2 Contatos e Nº 3 Slalon. O resto é resto, não é preciso treinar pro Agility, é obrigação de qualquer dono de cachorro. Ou vai dizer que não deveria estar implícito em ter um cão ensinar o fica?

Brincadeiras a parte, o importante é saber que você fez algo pelo agility.

Não vou mentir, meu objetivo era ser Campeão do OPEN com a Guíça. E pior que era possível. Tanto que depois do A&C2009, no Brasil, fizemos uma campanha que nos colocou na liderança do Grau 1 do X Campeonato Brasileiro e no grau 2. Ainda finalizamos o certame com uma sexta e ótima posição no ranking.

Na primeira pista abaixo, foram duas faltas, e na segunda uma desclassificação. Se, ó o infeliz do se ai, tivesse feito um Excelente na segunda pista teria sido vice. A lição que fica é: antes de pensar no resultado é bom pensar em cada uma das pistas.

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Os erros foram muito ridículos, e na segunda entrada ela estava bem melhor, mais solta e louca. Guíça tinha uns traumas que apareciam do nada. Muitas vezes era ótima e em outras totalmente OFF. Capaz de executar uma entrada complicada no slalon e parar no meio dele por um motivo qualquer. Lidar com isso era o grande "Q" das nossas pistas.



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10 anos de agility - foi em Campinas

escrito por Fabi Estiga nesta data  25. novembro 2013 11:42

Contei ontem a história da pata do Elvis, talvez uma lagarta tenha queimado as almofadas da pata traseira dele, semana passada. Ou uma aranha mordeu, não sei. Se aparecer pendurado na árvore saberemos o que foi, hehe.

Lembrei do que aconteceu com o Schummy em 2006. E acho que vale contar outra vez para a seção de 10 anos de agility, que terminará em fevereiro de 2014, quando completo 11 anos dentro do esporte. Vamos lá.

Era outubro de 2006. Schummy começava a render dentro de pista. No final da I Copa CBA fez duas boas pistas. Uma com duas faltas e outra com apenas uma. Fiquei com a 6ª colocação na 6ª etapa lá em Itú. Depois de um mês de treino o dog estava muito bom. Com zonas legais e boa entrada de slalon.

Na quarta-feira pré viagem para a abertura do VII Campeonato Brasileiro o Schummy aparece mancando, MUITO. Como? Do nada aparece assim? Fui olhar a pata e havia uma gosma em uma das dianteiras. Imediatamente saquei que era uma lagarta esmagada. Pisou, queimou e depois ficou inchada.

Sabendo do problema solicitei uma carteira para a Guíça, que já treinava, fazia a passarela, mas não sabia o que era muro e salto em distância. Liguei para São Paulo e pedi que fosse feita uma troca. Naquele tempo as inscrições eram enviadas num arquivo do EXEL. Solicitar a CT também era manual, via email. Falei com o Artur, expliquei e a CT ficou em standby.

Na quinta a noite ele ainda mancava, então dei o ok para a troca. Sai Schummy entra Guíça.

Problema é que ela nunca havia viajado, nunca havia treinado em outro local fora da Amigo Cão, enfim... ela era um bicho do mato, medrosa mesmo. Ficou um dia sem fazer xixi durante a viagem.

Na prova estava tudo ótimo, apenas um refúgo quase no final, antes da casa, nenhum problema com o muro e com o salto em distância. Fui até a casa do Aurélio treinar isso. O problema foi quando ela chegou na passarela. Sinceramente não sei o que aconteceu, a primeira vez (a da foto by Fê Lesnau) foi que foi e parou no meio. Pulou e não quis subir mais, levamos os refugos, desclassificados, fiquei muito desanimado. Alias, aquele final de semana foi para esquecer, ninguém foi bem. Nem entrei em pista no domingo, pra não piorar a situação.

O Aurélio ainda beliscou um pódio no domingo, mas eu, Tiago fazendo sua estréia no grau 2 com o Mago, e a Fernanda com a Kiara, todos fomos muito mal. Fora as brigas que rolaram. Parecia coisa de banda de rock. Superastros.

Porém tudo vale como aprendizado, esse foi um ponto importante dessa jornada com a Guíça. Com certeza me fez melhorar, dar mais atenção para esse momento antes de colocar para competir. Nossa jornada foi bem longa, competimos e treinamos muito. Ao ponto de até hoje ser o dog com que mais tive sucesso no esporte.

Não preciso dizer que no sábado, em casa, Schummy já estava bom, certo? Acho que ele não queria era viajar mesmo.



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10 anos de agility - obstrução

escrito por Fabi Estiga nesta data  3. outubro 2013 21:26

Tudo é antigamente nessa série de posts sobre meus 10 anos no agility. Fazer o que? São 10 anos mesmo, e antigamente havia uma competição, parece, entre alguns árbitros para ver quem planejava a pista mais complicada.

Principalmente no grau 3. Acho que vítimas de alguns baixos desempenhos em mundiais e alguma pressão por percursos mais "complicados" era por lá que as bombas causavam estragos.

Foto by Guilherme Trevisani (Guithetrevis). Dino Brown.

Já comentei, em algum lugar em outro post sobre o formato das provas. Um número de pistas beeeemmm menor. Se no último Brasileiro em Campinas tivemos o pequeno absurdo de 10 percursos, porque agora temos o grau 3 com pistas divididas, quando comecei a competir, creiam, eram apenas cinco. Iniciantes, Agility Grau 1, Agility Open Grau 1 e 2, Agility Grau 3 e Jumping Open 2 e 3.

Mas o post é sobre dificuldades nas pistas. E duplas G1 enfrentavam complicações em pistas grau 2, como os G2 nas pistas grau 3, por isso a citação do parágrafo anterior.

Vejo que hoje existe muito mais juizo nos árbitros. Algumas vezes vemos exercícios que poderiam ser evitados, mas no final das contas pelo menos na montagem penso que houve evolução. Lembro de um percurso da Copa CBA em Vinhedo que a pista montada ocupou metade dos 800 m² disponíveis e esse Open 2 e 3 era simples demais.

Brinquei algumas vezes com o trocadilho "não era um obstáculo era uma obstrução", isso há tempos.



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Os perigos do agility

escrito por Fabi Estiga nesta data  23. setembro 2013 21:47

Já competi em muitos pisos ruins no agility. Entre eles destaco uma pista da Expointer. Fizemos uma prova oficial onde ovelhas pastavam. Péssimo. Não dá nem pra considerar buraco aquilo. E outra em Atibaia, 2007. Mas foi caminhando num treino, de reconhecimento de pista para um Match em São Leopoldo, que quebrei um dedo do pé. Ou só destronquei. Numa quarta ou quinta-feira. O Match seria no sábado.

Gelo e mais gelo durante as primeiras 24 horas e depois quente nas seguintes. Foi a dica do Aurélio. Comprei também um spray desses que tira a dor pra correr com o Schummy. Acabei ganhando a prova. O mais complicado foi fazer o pé entrar na chuteira. Sim eu usava chuteira, hoje acho meio que, sei-lá, besteira.

A Edilene Ferigatta acabou torcendo o tornozelo numa queda esse final de semana. Coisas que acontecem no esporte. Choveu domingo não? Boa recuperação pra Ela!

Me lembrei agora de uma prova em Itú, no Clube de Cãompo, abertura da III Copa CBA. Eu quase fui pro chão, no barro. Muitos foram aquele dia. O vídeo tá abaixo:



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10 anos de agility - Guia

escrito por Fabi Estiga nesta data  13. agosto 2013 16:03

Antes mesmo de entrar em pista com o Bola eu já tinha uma guia pra fazer isso. Decidi no dia que ganhei uma da Cris (AC), que mudou-se de São Paulo, mas que tinha uma escola inclusive. Tempos atrás. Ela que fez. Deu sorte. Na estreia do Bola completei todas as pistas, várias conquistas logo de cara. Lá no Brasil Cão, finado. Vídeo abaixo daquele final de semana, Bola quase sai correndo atras da guia antes do percurso.

Mas a história é mais que isso.

Final de semana do XVBR em Campinas, aquela mistura de escolas e estados nas barracas, catei uma guia que não era a minha "azul da sorte" e entrei. Depois da quase desclassificação, completei aos trancos e barrancos o Agility. Terceiro lugar, com 0,5 de falta de tempo.

Antes de entrar em pista no Jumping a Vívian perguntou "onde está a tua guia azul?" Respondi: "deve estar dentro do carro". Ela bateu pé, resmungou, bateu cabeça, chutou a porta de uma caixa, mas não concordou que aquela guia azul não era a minha, piorou depois que falei que a Janaina havia levado embora.

"Pow, tinha um R nela". Não tenho cães com a letra érre. Fora o fato de que a Guia da Cris não tinha nome.

Moral da história... Vívian foi ao carro, achou minha guia "azul da sorte", entrei no Jumping com ela, zerei com best lap da categoria, fiquei em terceiro na prova e é isso. Imagina se tivesse entrado com a guia correta no agility?!?!

Não acredito em nada disso. Besteira. Mas por via das dúvidas já tenho uma guia guardada pra fazer o debut da Glee ano que vem. Como diz o Oscar Schmidt "quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho".



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10 anos de agility - o que é

escrito por Fabi Estiga nesta data  21. julho 2013 02:25
Uma vez, indo pra Fernanda (amiga nossa de São Leopoldo/Novo Hamburgo), pedi pra Vívian me gravar falando. Tive essa ideia e achei que ficaria legal. É legal ver as besteiras que falamos gravadas. Dirigindo é interessante porque teu cérebro tá mais ocupado tocando o carro do que te censurando.

E a Guíça no final em pista. Saudades dela.



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10 anos de agility - Quem é esse ai?

escrito por Fabi Estiga nesta data  14. julho 2013 19:08
Era uma outra fase no agility. Então quando ocorriam provas assim, fora de casa (DW, CTA, CTAC, Brasil Cão), ocorriam também os reconhecimentos de pista. Na ocasião foi no Imigrantes. O piso dos piores, carpete. Pra mim o pior. Porque o Schummy não corria e era fácil conduzir ele nessa velocidade.

No vídeo abaixo que Fê Lesnau fez, Samy e o Tiago zoando.

Depois do treino o Edu dos obstáculos veio me falar, pra ajudar, que eu estava pegando pesado com o Schummy no slalon. Vejam o vídeo e entenderão. Porém não era nada disso. Na verdade ele odiava o piso, que escorregava MUITO. De tão devagar fui ao pódio com um Excelente Zerado e um Excelente.



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10 anos de agility - Copa CBA

escrito por Fabi Estiga nesta data  4. julho 2013 19:07

Foi a minha primeira competição completa. Tudo era muito novo. Foram três finais de semana, para cada um fiz um vídeo. Mas vou falar aqui da Competição em si, não da minha participação.

Na foto by Daniel Neves Edson com Joselito, Gustavo e Giovanni. Abertura III Copa CBA.

Final de semana teremos a volta da V Copa CBA com duas etapas. Num paralelo entre aquela edição de 2006 e essa de 2013 podemos ver alguns resgates interessantes. O primeiro é a premiação extra para os Campeões. Nesse post comentei. Quem vencer no Grau 2 leva uma inscrição para o Américas e Caribe 2014. É uma reedição de algo que já foi feito. Mas tá valendo.

Porém o ponto alto da Copa CBA veio na terceira edição. A abertura contou com o que então foi o recorde para uma prova de nível nacional. Foram 151 duplas inscritas na primeira etapa, no Camping Paineiras. Pena que choveu e a pista virou algo digno de uma moto de cross.

Ocorreu que a Copa CBA ficou muito parecida nessa ocasião com o Campeonato Brasileiro, ambos tinham 10 etapas cada e o interesse na IV edição não foi tão grande. Houve também um excesso de provas no calendário. Estadual de São Paulo, Copa CBA, Copa do Brasil, Brasileiro. Saturou.

Foto ao lado Tiago Truta Rock com cara de guri cagado julgando na chuva. III Copa CBA.

Creio que a primeira versão, com seis etapas, semelhante ao que temos agora era melhor que os modelos da III e IV. Era inovadora. A primeira edição por exemplo trouxe o TSP mais 10% no Grau 3, nova pontuação e duas pistas para os iniciantes. Na ocasião era complicado ficar dentro do TSP. Muitas duplas não conseguiam, foi literalmente uma correria.

O Open 2 e 3, marca da competição em todas as edições é bom para treinar duplas grau 2. Num percurso mais complicado vale o esforço, porém pode ser ruim para quem gosta de premiação, pra quem curte um bom resultado, não. Tanto que a idéia não deu muito certo quando colocada no Campeonato Brasileiro, depois da II CCBA. Apenas as quatro primeiras etapas do IXBR foram nesse formato. Voltando em seguida para o formato G2 separado do G3.

Tobby by Daniel Neves. III Copa CBA em Vinhedo.

O que todos precisam ter em mente é que o formato é diferente, não é melhor nem pior, logo o resultado também pode ser. E no próximo mês volta ao normal no Brasileiro.



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10 anos de Agility - On the Road - Palianas

escrito por Fabi Estiga nesta data  10. junho 2013 15:31

Se tenho orgulho de alguma coisa nessa vida, é com certeza da minha capacidade lógística organizacional. Nessa Palio Weekend já colocamos seis cachorros e uma criança, numa viagem para Descalvado.

A foto acima foi em Floripa, na verdade não na Ilha em si, no continente. Num posto de gasolina que não paramos mais, nem sei direito o motivo.



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10 anos de agility - mudança de grau - novamente

escrito por Fabi Estiga nesta data  7. junho 2013 14:25

Pior é que não me lembro do que escrevi, mas sei que fiz, mas não sei onde foi parar. Enfim, vou comentar novamente sobre o assunto de forma mais rápida. A princípio o texto falava sobre uma conversa que tive com a Luiza, de Brasília. Não, nós não estávamos em uma Brasilia, ela é do Distrito Federal. Sobre passar para o grau 2.

Depois disso lembrei da minha saga no assunto Excelentes Zerados e de como fui melhorando nesse quesito. Não que isso chegue a ser bom, mas é uma melhora Real.

Nº de pistas por cão para mudar de grau:

42 Schummy
18 Sandy
13 Guíça
07 Bola

Schummy fez ainda duas pistas no iniciante, Guíça umas 10. Os outros dois foram diretamente para o grau 1.

No final daquele post e desse, fiz uma pergunta: em quantas pistas a Glee mudará de grau? Pois é, não sei. A tendência é que ela chegue lá melhor treinada do que todos, mas na hora H sempre muda algo.

Com Bola poderia ter feito quatro Ezs em quatro pistas. Seria algo incrível. No final fiz em quatro pistas um Muito Bom, dois Excelentes e um Excelente Zerado. Fomos os melhores grau 1 do final de semana. Um bom prêmio de consolação.



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10 anos de agility - novembro de 2007

escrito por Fabi Estiga nesta data  3. junho 2013 10:42

Atender aos fãs é uma coisa chata.

Não é exatamente do início, mas vejam que o Tiago ainda fazia a viagem Joinville -> Sampa, já que está com a camisa da Amigo Cão. A foto foi tirada na Decathlon em Sampa em novembro de 2007. A primeira prova que ocorreu lá, válida pelo IX Campeonato Brasileiro. Fui com o Schummy.

Na prova de domingo choveu horrores. Virou um barro o local onde estavam as barracas. Ótimo pros que depois tiveram que fazer viagens longas, cheirando a cachorro molhado. Coisas do agility.

Aqui, no link abaixo o resultado do grau 2 Standard:
http://www.agilitybr.com.br/resultados/20071104br/comb.asp?nome=2lc

Em uma das pistas, agility, fizemos (eu e Schummy) cinco faltas! No jumping uma desclassificação. Os tempos eram terríveis. Abaixo os cinco primeiros naquele dia.



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10 anos de agility - Copa CBA - 1ª e 2ª etapas

escrito por Fabi Estiga nesta data  23. maio 2013 08:03

Já que o assunto da semana é Copa CBA, o vídeo abaixo mostra um pouco das duas primeiras etapas da primeiras edição. Muitas duplas competindo que muita gente nem viu em pista. Começa com o Samy deitado no chão pedindo um travesseiro. Lá no Dog World II, lugar que muita gente também nunca viu na vida.



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10 anos de agility - escolas

escrito por Fabi Estiga nesta data  13. maio 2013 16:00

Com Schummy em 2007 no Dog World II.

Gosto de misturar termos de outros esportes dentro do agility. Porque ele é uma mescla de vários. Assim comecei a usar o tal do Best Lap e também a dança das cadeiras. Que é um termo que usam, bem como a "BL" na Fórmula 1. Que não é restrito a maior categoria do automobilismo, embora caia bem lá, já que quando os pilotos trocam de equipe mudam seus assentos.

Creiam, mas muita gente aconselha condutores a trocarem de escolas.

Sinceramente acho normal, tem gente que não se adpta a determinadas formas de ensino, aos professores, localização. Claro que se um dono de escola aconselha um condutor a sair da escola para treinar na sua, há um problema. Inerente ao esporte diga-se. O problema talvez seja o tamanho do nosso agility.

Troquei de escola três vezes. (foto ao lado com a Guíça no Dog World Parque Canino em 2009)

A primeira foi a Dogs School que durante muito tempo foi a grande referência em termos de Agility no Rio Grande do Sul. Treinei pouco lá, coisas de adaptação, porém foi o começo. Treinando de setembro de 2004 até início de 2005. Porém quando cheguei ao esporte em 2003 era minha casa.

Depois veio a fase na Amigo Cão, que tornou-se a referência dentro do esporte por diversos motivos. A história lá foi ótima, muitos títulos, viagens, vitórias e derrotas. Minha base veio de São Leopoldo e tenho uma identificação muito grande com a Laranja Mecânica de São Léo. De 2005 até 2009 treinei e competi, em um segundo momento apenas treinava lá, mas competia por outra escola.

A terceira foi a F4Pet, escola que surgiu quando o Fernando abriu uma Pet Shop, que tinha agility. Já vivia treinando o Bola na casa dele, em Novo Hamburgo e depois na loja, que tinha grama sintética disponível num pedaço. Não era muita coisa, mas era. Foi uma fase em que dava aulas, montava treinos e vivia um agility muito forte. As viagens também ficaram mais intensas. Eu e a Vívian viajamos muitas vezes nesse período e tive a possibilidade de conviver bem mais com a galera de Sampa, no dia a dia de treinos. Fazendo isso no Dog World com o Tiago, com o Samir no CTA e com o Marco na Cãopetição.

Mas a PetShop foi vendida e tudo acabou. Na temporada que fui Vice Brasileiro do Grau 2 com a Guíça, foi pela F4Pet. A Vívian conquistou um título, com o Tobby pela escola. Quer dizer, embora morta, tem história. Coisa que muitas outras que apareceram e sumiram não possuem.

Abaixo, um dos primeiros treinos do Bola na pista do Fernando.

Agora estou na "instituição" AgilityESP.



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10 anos de agility - foto para vídeo

escrito por Fabi Estiga nesta data  7. maio 2013 12:10

O Agility começou no Brasil lá por 1995, alguns dizem 93 outros 94. Não há um marco zero como na Fórmula 1, por exemplo, onde a primeira prova ocorreu em 1950 em Silverstone. É algo interessante, pesquisar e "homologar" a tal.

Mas nesses 20 ou 18 anos, talvez 15, muita coisa mudou. Uma interessante foi a captação de informações. As pistas. Tem pouco material disponível antigo para consulta em vídeo. Pra não dizer nada. Os anos 2000 foram uma revolução nesse ponto. Todos tem câmeras hoje. Algo que no final da década de 90 ainda era algo raro. Câmeras com fitas não eram baratas, pequenas e de fácil operação.

Foto é algo que não rima com agility. Porque o legal é ver o cachorro e condutor em movimento. Ela acaba sendo muito interessante para o dono. Servem bem pra ilustrar o momento. Uma matéria no jornal, internet, revista. E com o passar dos anos as filmadoras foram tomando conta de todos os lugares. "Todos filma hoje em dia".

Graças ao meu trabalho sempre tive disponível equipemento digital, desde que comecei. Assim consegui pegar praticamente tudo em relação aos meus dogs. Momentos ótimos, ruins e péssimos. E alguns, como esse abaixo, do primeiro título brasileiro do Samy com Chester.

Um momento histórico porque depois de sete títulos seguidos do Tamaio, sim 7(!!!), Rodrigo venceu com Panda, e em seguida Samy com Chester o Standard Grau 3. Em ambos Tamaio foi vice. Samy foi um dos que viu Flavio vencer tudo e todos durante sete temporadas, vence-lo dentro de pista num Campeonato longo, 14 etapas, deve ter sido uma lavada e tanto na alma.

No ano seguinte, veio o Bi de Samy/Chester. Depois outro Bi Campeonato com José Luiz/Dino e pra finalizar a história o título de Samir/Lóli. Tudo ficou mais equilibrado.



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10 anos de agility - pra pegar o Tiago

escrito por Fabi Estiga nesta data  2. maio 2013 14:31

Abaixo, se clicar amplia, o Mapa que o Tiago (Rocha Vieira, sim esse super conhecido hoje condutor/treinador/árbitro) fez para que fosse possível encontra-lo em Joinville. Possivelmente elaborado no Paint o ponto alto do mapa é o autoretrato dele e do Mago, um tipo de Border Collie. É de julho de 2006.



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Fabi Estiga

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Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"