Saltos altos

escrito por Fabi Estiga nesta data  18. julho 2017 10:02

(de carroça ou caminhão, de carro ou caminhando a pé, eu vou/Gravataí 4 graus) Nem me lembro quanto tempo faz, mas pedi umas asas de saltos pro Aurélio, fiz o pedido. Se fosse no mercado livre teria negativado ele. hahaha. Pela demora.

Agora temos cinco pares de asas e temos mais condições de treinar em casa. Antes, com dois apenas nossos treinos eram bem deficitários. Salto túnel e salto. Salto, slalon, túnel, salto. Agora dá pra fazer um jumping bem legal. A gente até tem espaço pra isso.

É claro que dentro das nossas filosofias de treinos isso é o que queremos e fazer mesmo. Não mais que cinco ou seis obstáculos. Menos é mais pra motivação.



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Agility

O que você faz pelo e o quanto você pode reclamar

escrito por Fabi Estiga nesta data  10. julho 2017 00:37

Na teoria, temos de liberdade de expressão e redes sociais, você pode falar o que quiser. No entanto algumas pessoas pensam diferente e acham que você só pode falar se você faz algo. É um tipo de pagamento com serviços.

Quanto vale 7 mil postagens? O quanto eu posso falar? O quanto já falei ou será que ainda tenho algum crédito? Pois bem, no agility, aparentemente você só pode falar se tiver feito muito, mas muito mesmo, pelo esporte. Se você apenas compete não pode. Se você escreveu, editou uns vídeos, tirou umas fotos, ai você não fez nada e não pode falar nada.

Se você compete e paga teus "impostos" em dia, só pode assistir.

A gente está vendo neste momento, sem motivo algum, uma elitização do nosso agility. Aumentos nas taxas e final dos descontos em provas nacionais são dois fatores. O primeiro por si já vai diminuir o número de inscritos, e o segundo vai frear a participação de estrangeiros em provas de nível superior.

São Paulo detém o melhor nível de duplas, embora o agility lá tenha minguado nos últimos cinco anos. Isso é possível ver no número de inscritos. Algumas escolas, antes fortes, nem existem mais. Desculpe, existem, mas o Agility interessa tão pouco, que pouca ou nenhuma atenção é dada ao "esporte". Todavia o nível está lá. Em um nacional no estado, as duplas de fora podem medir suas forças contra os melhores.

Isso é bom, desculpe, ERA bom para ambos os lados.

Mas parece que não querem mais isso. Como se fortalecer o nível técnico em outros estados fosse perigoso, e não fosse fomentar o esporte. Como se ter 20 provas por ano já não fosse uma vantagem por si só.

Querem fortalecer os regionais, ok, tá certo. Onde estão as medidas para tornar tal vontade possível? Nem quem é de São Paulo consegue ver vantagem em realizar provas em São Paulo. Imagine outros estados?

Estados como o meu, onde não temos 20 duplas com carteiras. E temos umas 12 ou 15, dependendo da necessidade, mas não vamos "fabricar duplas" para uma prova. Só que alguns estados nem 5 tem.

Não precisava ser assim, poderia ser bem mais fácil, bem menos desgastante, bem mais amigável e com mais informação. Na verdade hoje, pessoalmente, queria apenas não ser tão ignorante, pois não consegui chegar ao nível de pensamento, onde aumentar as taxas aumentará o número de inscritos, onde aumentar inscrições tornará o esporte mais atrativo.

Alguém falou que o Agility vai virar Golf. Olha... não está longe. E se virar eu vou achar péssimo, porque não vejo graça nos carrinhos elétricos.



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Agility

Hiato não programado

escrito por Fabi Estiga nesta data  7. julho 2017 09:55

Não, embora até tenham pedido para eu baixar a minha bola, eu não parei porque achei que deveria. Na verdade eu pensei "será que o agility merece mesmo meu tempo?". Quando você coloca essa situação as pessoas de cara falam "pensa no teu cachorro". Eu penso e não consigo deixar de pensar na primeira pergunta.

Meu cachorro quer catar a bolinha dele, quer comida, quer dormir na cama, ele quer coisas totalmente diferentes do que o Agility tem me proposto. Vamos agora ao ponto crucial, motivo de descontentamento geral.

O fim das isenções é algo ruim para quem viaja, e não é porque eu não vou falar isso que deixará de ser. Parece aquele papo do Harry Potter, "não pode falar o nome do Voldemort". Então "você sabe quem" vai te pegar... O aumento do valor das inscrições, bem como carteiras de trabalho também é ruim? É, aumentos são sempre ruins. São justificáveis? Não sei, e quando digo não sei é por desconhecimento mesmo.

Qual o impacto disso no número de inscritos, na evolução do agility fora de SP, que depende do intercãmbio para crescer, e no crescimento do esporte de forma geral? Posso dizer o que penso. Será negativo. Se isso vai acontecer realmente só o tempo pra dizer.

Eu, Fabiano, ou não estarei em pista esse ano ou estarei bem pouco. Pelos aumentos? Sim pelos aumentos. Exemplo: nas 10 etapas nacionais ano passado gastamos 1000 reais em inscrições. Se fizer as mesmas 10 etapas esse ano seriam 2400 reais.

Azar o teu Fabiano, bem feito pra você que é estrangeiro e sempre pagou 50%. Agora vai ter que pagar 100%. Você pode até não pensar assim, mas tem gente que pensa. E não entende que isso é ruim pro agility. Não é ruim pra mim. Eu vou seguir minha vida, vou cuidar dos meus cachorros, vou viajar pra outros lados, fuçar nos meus carros, furar umas paredes... Coisa pra fazer não falta.

Agora o agility... esse talvez não ache mais outro Fabiano, ou outra Vívian, ou outro Théo...



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Agility

Passarela do Nimoy

escrito por Fabi Estiga nesta data  1. julho 2017 20:08

(Chega de contar dólares, nós vamos contar estrelas/ Gravataí 13º) - Nimoy tem feito passarelas há algum tempo. Pra ensinar usamos o método mais que manjado de ensinar do final pra frente.

"Ah, tinha que ensinar um running", é até tinha, mas acho que um bom 2on2off ainda é bem vindo. Ainda mais pra um dog como o Nimoy, que é pra ser bem recreativo.

Gostei que ele está mega relax, tinha um monte de gente diferente, cachorro perto da pistas e ele simplesmente deu de ombros.

Passarela do Nimoy. #dogagility #agility #pastordeshetland #shetlandsheepdog #sheltie

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Agility | Treinamento | Videos

O último dia do ano do Agility

escrito por Fabi Estiga nesta data  30. junho 2017 15:46

(Prefiro a minha cama, botar o meu pijama / Gravataí 20º) Hoje é o último dia do ano do nosso agility. Eu sempre achei e continuo achando que nosso ano seria melhor se ele fosse de janeiro até dezembro, não de julho até junho. Por vários motivos.

Também acho que se a gente comemorasse o natal agora, no frio, seria mais legal. Pelo menos nenhum Papai Noel ficaria desidratado.

Mas o caso é que nossa temporada termina hoje! E amanhã começa outra, e ai veremos o que deste ano, 2017/2018, nós faremos. Assim como a virada do último dia de dezembro para primeiro de janeiro, só muda se as pessoas mudarem. Do contrário continua tudo igual.



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Agility

Aposição ou oposição?

escrito por Fabi Estiga nesta data  23. junho 2017 19:51

(Eu quero é ver o OCO!!!! - Gravataí 17º) - palavra de 9 entre 10 donos de escola. Vou deixar um de fora mesmo sem nunca ter escutado o contrário: "agility não dá dinheiro".

Partindo dessa premissa não vejo outra solução para o agility, apenas a criação de grupos de condutores para treinar e trocar experiências será válida e essencial. Tudo isso partindo do princípio que nenhum empresário vai inverstir dinheiro para perder, ou no melhor dos cenários trocar, dinheiro.

Explicado isso posso falar o motivo desse post. Se você leu até aqui obrigado!

Eu faço parte do agility brasileiro oficial, estou cadastrado com carteira de trabalho, pagando meus "impostos" e participando desde 2006, ajudando na secretaria desde 2003. Eu acho que se você já vai nas provas já está ajudando. A diferença é que talvez eu tenha uma propensão a sempre pensar mais no agility. E me posicionar publicamente, algo que pouca gente faz.

Não apenas em relação ao agility em geral, em relação aos meus cães, minhas viagens, tudo. Também não sou do tipo que prega "se cada um fizer um pouco a coisa anda". Penso que não atrapalhando já está bom. Já diz o ditado "muito chefe pra pouco índio".

Essa minha posição dentro do agility é bem complicada. Eu confesso, não é fácil pra mim, imagine pra quem por vezes me lê e não entende os motivos. Não quero compreensão. Quero que pelo menos sejam justos. Não estou delirando, não consigo me colocar na posição de uma mulher que sofre assédio. Não sou mulher. Sendo homem sofro muito menos, não sofro.

Então é fácil me julgar quando digo que algo fará mal para alguém, como eu, que precisa das condições certas para praticar o agility, se quem julga não faz parte dessa condição.



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Agility

Dia Mundial do Fusca 2017

escrito por Fabi Estiga nesta data  22. junho 2017 11:55

(aquela nuvem que passa, lá em cima sou eu/ Gravataí 20º) - Isso ai é numa prova de Agility em 2003. Quase 15 anos!!! E eu ainda estou aqui, batendo e apanhando.



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Agility | Ah meu Fusca

O perfil é diferente - São Paulo X Estrangeiros

escrito por Fabi Estiga nesta data  21. junho 2017 09:58

(pra quem gosta de nós, é um prato cheio/Gravataí 13º) - se você for pensar no perfil de quem faz agility em São Paulo, com tantas provas nacionais e regionais disponíveis (20) verá que ele é bem diferente dos que viajam para competir os mesmos nacionais e alguns regionais.

Não vamos colocar toda a galera no mesmo barco. Mas eu tenho a impressão de que se, vejam bem "SE", o nacional fosse realizado em vários estados, mesmo que a maioria das provas fosse em SP, os resultados seriam bem diferentes, por exemplo em termos de ranking.

Isso não é novidade, já escrevi isso aqui neste blog pelo menos duas vezes.

Porque se estabeleceu esse sistema. A última prova nacional fora do estado de São Paulo foi em 2006. São quase 11 anos. Naquela oportunidade, eu estava lá. Junto com os brothers de longa data Tiago e Aurélio. Foram 22 horas de viagem de São Leopoldo até o Rio de Janeiro, mas chegamos lá e fomos para a praia, o filho da Annie nos levou para um tour pela cidade maravilhosa.

E jogamos volei, com o pessoal do agility.

Eu digo e repito, estrada não é para qualquer um. Você tem que estar disposto a enfrentar, e ela é sua inimiga e amiga. Tem uma música "Counting Stars", que diz assim "everything that kills me makes me feel alive". Fica a dica "mantenha seus amigos perto, mas seus inimigos mais perto ainda".

Muitas citações em um mesmo parágrafo.

Será que viajo nessa temporada? Sim, com certeza. Como "estrangeiro" só me resta viajar. Me manter vivo. Será que o pessoal de São Paulo vai viajar nessa temporada? Ai não sei.



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Calendário 2017/2018

escrito por Fabi Estiga nesta data  20. junho 2017 13:15

(o pulso ainda pulsa/Gravataí) - quem precisa programar as viagens ai estão as primeiras datas de Campeonatos Nacionais e Estaduais para a próxima temporada.

Teremos um longo Nacional com 10 etapas, dois descartes a princípio, e neste momento o Paulista e a volta do Paranaense. Também teremos a Copa Cães e Cia em setembro.

Faltam é claro as datas de Pernambuco e Paraíba, dois já conhecidos campeonatos.

http://www.agilitybr.com.br/detalnot_agt.asp?prod_id=2440



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Fim das isenções para estrangeiros e aumento

escrito por Fabi Estiga nesta data  19. junho 2017 11:10

Meu pensamento é dúbio. Os valores são e estão defasados, mas também acho que os praticantes não estão dispostos a pagar mais. Mas esse meu pensamento um olho no gato e outro no peixe pode estar errado.

Ou você cuida do peixe ou você cuida do gato.

O final do subsídio, do desconto, para os participantes de outros estados será um duro golpe para os que viajam. No meu caso não é tipo: "eu não posso pagar mais". É algo como: "eu não devo pagar mais". É simples assim. Não é querer ou poder, é saúde monetária.

Para finalizar não vou criticar mais nada. Nem o aumento de 20% nas inscrições. Eu vou agora simplesmente esperar pra ver o que será feito para incentivar o crescimento do esporte. A gente tende sempre a descer a lenha quando a gente não gosta, não vê o outro lado. Vamos ver o que será feito para polarizar o agility, e fazer ele crescer. Tenho certeza que boas notícias virão e poderemos pesar prós e contras.

Vamos aguardar. Até porque isso é uma ata de reunião e até que os regulamentos sejam publicados pode mudar algum ponto. Ou não.



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Finais da Copa Paulista - 61 e 65

escrito por Fabi Estiga nesta data  14. junho 2017 11:52

Número de inscritos para as finais no Clube de Cãompo é o normal. Se fossem menos percursos, daria pra fazer ambas as etapas no mesmo dia. Pelo número de duos é mais que possível.

O número de inscritos, não dá pra dizer que caiu ou aumentou, ficou na média dos últimos dois anos. Ou seja, a manutenção foi feita, apenas.

O que ocorre com São Paulo é algo interessante. Outra hora falo mais sobre, mas o número em provas nacionais crescia muito entre os Paulistas, cinco anos atrás, hoje ele se mantém.

Não sei bem se isso significa que sobraram apenas os de fé ou se nem nacionais, nem regionais chamam mais a atenção.

Enfim, é isso. Final de semana, Clube de Cãompo. as finais da Copa Paulista.



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Anjos Furiosos

escrito por Fabi Estiga nesta data  9. junho 2017 23:24

Óbvio, já publiquei esse vídeo aqui, mas ele é muito legal. Não é curto como pedem os vídeos da internet, mas mostra uma penca de cães que já não competem mais.

Na foto o Magic da Marcela Checchia, nos takes finais do vídeo que tem muitas fotos da IV Copa CBA e vídeos das finais, os dogs saindo do túnel e entrando no slalon são os melhores.

O vídeo também é uma homenagem do Chester, dog do Samy, que morreu logo depois da competição. A música é trilha do Matrix, o primeirão. Furious Angels, uma mistura de música clássica com eletrônica. Impensável, mas boa.

Enquanto não sai nada novo curte os véio mesmo.



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Agility | Videos

Medalha, Medalha, Medalha, o poder...

escrito por Fabi Estiga nesta data  8. junho 2017 10:25

O critério olímpico é uma das grandes sacadas da CBA nos últimos cinco ou seis anos. Desde que acabaram com o incentivo de seis meses para duplas novas, nas provas a gente só via minguar o número de debutantes. Ao ponto de em algumas o número não chegar aos 10!

Dados já citados, Copa CBA 7 teve 12 iniciantes marcando pontos, enquanto que na CBA 8 foram 55 com medalhas. Fica a dica, incentivo, mesmo que seja os 50% de desconto para os estrangeiros, faz o agility crescer.

O custo certamente é maior, mais medalhas, ao mesmo tempo a arrecadação aumentou. Quatro vezes como já citamos.

Mas esse aumento se deve a dois fatores. Primeiro os graduados, despidos da vergonha que parecia ser ter um dog no iniciante, coisa que não é, se fosse por isso ninguém começaria lá, muitos estiveram e ganharam suas medalhas e rodaram os seus cães. Do outro lado os iniciantes pouco se preocuparam com isso.

Mais um ponto positivo, as provas deles sempre foram as primeiras! Em qualquer competição (natação, judô, futebol) sempre começamos pelos "menores".

Anteriormente como era por pontos, o ranking óbvio premiava a dupla mais rápida, e cachorro de graduado tende a ser mais rápido, ou quase, nem sempre pela velocidade em si, também pela experiência. Ai ganhava.

Do outro lado os iniciantes até podem reclamar ainda que os mais rodados tem vantagem, porém não no tempo e em pontos. Isso é bem nítido nos rankings. Embora em alguns tenhamos graduados vencendo, não é 10 medalhas contra duas, é no máximo uma de diferença, quando tem. Se por pontos fosse seria 200 contra 75.

Até a retirada da passarela faz mais sentido agora.



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Agility

Adidas X Salomon - a virada dos alemães

escrito por Fabi Estiga nesta data  7. junho 2017 11:44

E a Adidas tem crescido no Agility, creio que quase ao ponto de igualar ao Salomon. Alemanha X França. Não apenas pelo preço, três vezes menos, mas também por ser um calçado muito bom para fazer agility.

Acima a Thaissa com um TR7 azul e laranja. Mesmo que a gente usa e que deveria fazer parte do Uniforme da Amigo Cão. As cores da Adidas eu acho melhores que a da Salomon. Enquanto que abaixo tem um Ax2, de um condutor da Ducão, não sei quem é.

Com o meu Ax2 fiz uma prova apenas. É mais confortável que o Kanadia, no entanto o TR7 dá mais grip, por ser mais duro. É como um carro. Chassis duro com pneu mole igual a tração. Chassis molengo tração menor. Outra, quanto mais perto do solo o seu pé estiver, melhor será o centro de gravidade. Abaixo outro TR7 da cor mítica! No caso Bernardo com Renault Logan.

Outras duas que compraram porque eu faço propaganda pesada, Luiza e Ana. A primeira comprou o TR7 dela depois do dilúvio em Itu, aquela prova que a galera ficou com barro até na roupa íntima. Não quis falar cueca e calcinha. O da Lú do Distrito Federal é laranja e cinza. Bem legal.

A Ana, do Rio, já chegou lá de Kanadia, presente da mãe. Não vejo um presente melhor. Também foi lá na barrela de Itu. Foto abaixo. E a cor? No comments.



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Agility | Virado em perna

Copa CBA 8 finalizada

escrito por Fabi Estiga nesta data  6. junho 2017 19:31

Sairam os rankings da Copa CBA 8, estão atualizados e já temos os campeões oficialmente divulgados. Vamos falar um pouco sobre eles.

- dos 13 Rankings disputados 10 foram vencidos por duplas de São Paulo, quase o mesmo número do Campeonato Brasileiro. Lá os paulistas foram ainda melhores, com 11;

- mas o principal, mais disputado e com maior número de duplas ficou com uma dupla de Pernambuco! Que tal? Moabe com Raiva. Será que sem Raiva ficaria em 1º? hehehe. Brincadeira;

- Paraná e Rio de Janeiro são os outros estados com campeões;

- agora se contabilizarmos o pódio, veremos que das 39 possibilidades 15 são de fora de SP. Porcentagem praticamente igual ao número de inscritos, em torno de 40%. Número melhor do que vimos no BR18;

- SP24 | PR5 | PE4 | RJ4 | RS2 | DF1, essa é a distribuição das medalhas para os três primeiros;

- os rankings iniciantes ficaram cheios. Há tempos não víamos tantos cães maracando pontos, no caso ganhando medalhas. 55 ao todo, sendo 25 no mini e 30 no standard. Pra comparar, ano passado foram 12 apenas. Um número ridículo.

Parabéns aos vencedores!!!



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Fabi Estiga

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Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"