Nada a ver, nada a perder, nada a fazer

escrito por Fabi Estiga nesta data  6. janeiro 2012 04:03

O blog anda bem parado e a Karine, que é aqui do RS, falava que por essas bandas não tem nada pra fazer. E não tem mesmo. O grande dilema hoje da minha vida esportiva agilitística é motivação pra continuar. Sempre esperando as condições ideais de tempo, vento, pressão atmosférica e tals.

Verdade é que o golpe mês passado, ano passado, foi forte. O Agility anda em um ângulo 180 graus oposto ao da vida normal. Ainda mais nesse clima férias frustradas do início de 2012.

Ninguém entende o resultado desse binômio cachorro/agility. Só quem pratica. E eu parei de entender. Ai reside parte do problema.

Também é difícil pintar outro panorama nessa tela se nada tivesse ocorrido. Não é apenas isso, embora o isso tenha grande percentual. São outras situações que já deveriam estar resolvidas. Difícil pensar na próxima novela sem que a que está no ar hoje não tenha um último capítulo.

Vejo o quanto perdemos e o quanto somos prejudicados aqui no RS porque não temos um Agility forte. Complicado pensar assim já que existe qualidade em vários condutores, o que não existe é agility mesmo. Isso prejudica o crescimento quando vemos novas caras chegar, sedentas de conhecimento, eventos, treinos, conversas, locais.

Quando eu cheguei era diferente.

Enfim, peço desculpas aos que visitam. Agradeço aos que aparecem, aos que cobram. Falta motivação, é verdade, falta um objetivo hoje. Quem sabe ele volte, quem sabe eu volto.



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Dilemas

Nem parece

escrito por Fabi Estiga nesta data  15. dezembro 2011 19:47


Só uma coisa teria salvo a Guíça. Um exame preventivo de sangue. Qualquer outra atitude seria palhativa. E se há um culpado, já que não acredito em fatalidades, esse sou eu. Como responsável deveria ter pensado. No entanto nunca pensamos no pior não é? Se o nariz tranca e começa a escorrer nunca é uma pneumonia, é só uma gripe leve.

Pena que o custo da lição tenha sido a vida de um cachorro.

Os que acham tudo mínimo pensarão no planeta que morre com a poluição, outros dirão que é apenas um cachorro enquanto crianças morrem de fome. Os que não curtem crianças dirão "pobre cachorro" e quem não gosta de mim pensará "bem feito". Ninguém que me conhece dirá isso, pelo menos os que tem cães, todos sabem o que é perder ou já pensaram em como deve ser. "Nunca deseja para outros o que não quer para si".

Pedi para a Guíça que tivesse forças para lutar conosco, pedi pra Deus também, cético semi-ateu que sou, como forma de culpar alguém caso ela nos deixasse, e no final pedi que o sofrimento dela fosse pequeno. Fui atendido.

É difícil pensar na vida sem ela. Uma caixa, um colchão e um pote de comida que sobram, um cachorro a menos pra treinar, o rabo dela que não vai mais abanar quando eu me espreguiçar. Tudo isso, nem parece que ela foi. As vezes penso que ela vai chegar raspar a porta pra entrar em casa e pular no meu colo. Vou dar uma cheirada na cabeça dela, um beijo na bochecha e manda-la descer.

Esse é o último post com lamentações, agora vou escrever um pouco da história da Guíça, dos problemas que tive no treinamento, das vitórias e derrotas. Tudo pelo lado bom, ela merece.


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Dilemas

Lubrifique antes e aproveite depois

escrito por Fabi Estiga nesta data  28. setembro 2011 11:53
Acho que é muito WD na cabeça. Quando comecei a "pilotar o meu" helicoptero dei uma azeitada com WD40, o líquido multi funcional, pra dar um UP. A primeira vez que usei a libélula elétrica surtou. Pura lubrificação. O problema é que as hélices jogavam o "óleo" por tudo.

Uso pra tudo, esse negócio. Quando um CD não roda, no celular pra melhorar o sistema de abertura, quando um cartão de memória não funciona, na porta do carro, fechaduras, pra limpar o óculos, no cooler dos notes e PCs, no sistema de abertura das caixas (acaba com o nhéc nhéc), cara é tanta coisa.

Lubrificar é o canal.

O "pogresso astravanca" quando não há azeitamento contínuo das engrenagens do cotidiano. E é tão pouco que precisa ser feito perto do todo que existe em nossa volta. As vezes é um por favor, um obrigado, um nós ao invés do eu. Acho que é nessas pequenas coisinhas mínimas que muito vai pro saco.

No meu trabalho, uma barra fora do lugar num código de 10 mil caractéres basta pra tirar um site todo fora do ar. São as pequenas coisas my friend.



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Dilemas

¿Cozinha pra que?

escrito por Fabi Estiga nesta data  25. junho 2011 22:57

Em casa de gordo a parte mais importante é a cozinha, a mesa ou o sofá? Pra preparar é melhor: forno a gás, lenha, elétrico ou micro-ondas? Dúvida cruel? Não. Questão de gosto e praticidade. Você precisa ter essas coisas em casa.

Zona corrida, 2on2off, 4off, 4on ou pulada?

Em todo lugar tem o cara que gosta de falar e diz cobras e lagartos, te cansa, não quer que você pense. Na minha comparação comprar uma cozinha é tão ou mais difícil que fazer uma zona corrida de um cachorro. Alguém vai pensar, já sei até quem, "ah, nem é tão difícil". Bom essa pessoa poderá comprar uma cozinha na boa.

Difícil entender? Se está então compre um sofá, é o que há de mais simples. Basta sentar e seu conjunto bunda/paletas lhe dirá, mais a primeira que a segunda.

Voltando ao centro da questão, tome cuidado com quem fala demais e pouco faz, no agility ou na loja de móveis.



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Agility | Dilemas

Entendendo o jogo parte 1

escrito por Fabi Estiga nesta data  7. junho 2011 00:40
Dia desses fez um mês da postagem do Accidentally in Love. Nesse tempo foram pouco mais de 600 views. Pouco, muito, não sei. Sei que muita gente veio dar os parabéns e fiquei feliz. Deu um trabalho do caramba fazer o vídeo. Captar e editar. Principalmente porque o formato de gravação da câmera era um e o do programa de edição outro.

Perdemos o padrão HD. Paciência.

Queríamos mostrar o X da questão, as relações humanas. Tem um lado extra pista muito interessante e que talvez nem exista de verdade fora daquele contexto. Fulano amigo de ciclano é apenas ilusão criada pelo esporte, fora do meio são tão estranhos quanto fogo e água. Tão certos quanto a fórmula do amor.

Entendo agora que: "nem tudo que vai volta, se você faz algo bom, do bem, não quer dizer que alguém algum dia fará algo de bom para você". Talvez fosse melhor nem ter feito, mas eu fiz?



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¿Johnson ou Jordan?

escrito por Fabi Estiga nesta data  4. junho 2011 02:21
Essa é a dúvida da sexta-feira. Qual dos dois foi melhor? A resposta é depende. Ambos tinham adjetivos incorporados aos seus nomes para definir suas qualidades. Magic e Air. Johnson era fantástico, era aquele cara que driblava meio time, claro que no basquete isso é "fácil", porém na hora de marcar largava para um companheiro. Jordan era o Messi do Basquete, partia pra cima sem dó, driblando e como ficava mais tempo no ar que qualquer um retardava o arremesso.

Magic jogava para o time, Jordan jogava para si. Essa é a diferença.

Nos dias ruins de Jordan o Chicago perdia. Pensei nisso novamente, sem achar uma resposta, porque li sobre a aposentadoria do Shaquille O'neil. Foi o último dos caras que vi começar a jogar na NBA e tornar-se um grande jogador. Depois dele não sei de mais nada.

Tive três Nikes Air Jordan seguidos. Usava com meias pretas como ele junto com minhas bermudas e camisas de lenhador. Era um figurino bem diferente.

Esporte é assim, tem sempre a hora de parar.



Hoje fiquei com o Magic.



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Cachorro não é brinquedo

escrito por Fabi Estiga nesta data  24. maio 2011 21:46
Tirei essa do Facebook. Todos já devem ter visto e nunca é demais lembrar.

Se o Brasil fosse um país sério teria uma solução para os cães abandonados, pelo menos para diminuir o número a longo prazo dos que vivem nas ruas. Que não é o sacrifício, que fique claro. E olha que longo prazo não é muito na vida de um cachorro.

Outra coisa ridícula são esses pseudo criadores de cães. Coisa de 45 dias atrás foi realizada uma feira de filhotes aqui em São Leopoldo. Mas é triste o que vemos nelas. Chow Chow mini, Poodle nº0 e outras loucuras.

Gente que arrecada filhote de tudo que é "raça" e vende em feiras não é criador.

Lamentável, mas num país que tem tanto dinheiro e não tem nenhum, onde existem quase 20 milhões de miseráveis, pensar que animais como cães e cavalos são importantes nada mais é que delírio da minha parte. Essa campanha só está errada num ponto. Cães de rua não são limpinhos como esse da foto. A realidade é feia.



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Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"