A Chuva

escrito por Fabi Estiga nesta data  25. abril 2017 20:23

No primeiro feriado de abril, aqui choveu três dias direto. Para tudo em casa. Treino dos dogs, reforma do carro, qualquer atividade de casa como limpar o pátio, tudo fica pra depois. O melhor foi abrir o sofá e ficar uma tarde deitado nele.

Mas rolou também a gravação dessa música. Eu tenho um pouco de equipamento, mais do que uma pessoa normal, menos do que um profissional. Mas tenho tudo pra gravar uma música completa, se precisar. Algo que minha ansiedade nunca permitiu. Agora, tipo, se numa urgência eu precisar gravar uma música na madrugada, eu posso. Abaixo a gravação completa de Chove Chuva, do Jorge Benjor.

CHOVECHUVA.mp3 (6,86 mb)

Tenho uma relação interessante com músicas de chuva. Gosto muito delas e gosto também da chuva. Só percebi isso ontem. Enquanto chovia, que muitas das minhas músicas preferidas tem chuva envolvida. Essa é uma delas, adoro essa música, e nem gosto de Jorge Ben, respeito ele, baita compositor.

Minha preferida do Led se chama "Rain Song", por exemplo. Alívio Imediato dos Engenheiros no refrão tem chuva. Gosto de Planeta Água do Guilherme Arantes, talvez a única que eu curta dele, tem chuva. Adoro Chuva... enfim.

Sempre que chove, me dá uma vontade de treinar os dogs. Adorava treinar slalon com o Bola na chuva. Aquela barréla, cachorro sujo, eu molhado e suado, os burados no chão. O Caos, gratificante.

Chove chove chuva... #chuva #jorgeben #jorgebenjor #Chovechuva #música #violão

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Geral | Música

Paulínia - Ativa Náutica

escrito por Fabi Estiga nesta data  7. abril 2017 20:24

Estamos em São Paulo, eu e meu Pai, trabalho com um pouco de diversão, controlada. Diversão porque nem tudo é trabalho. Mas ontem, quinta-feira, estivemos na fabrica da Ativa Náutica, fabricante de coletes salva-vidas.

Na foto acima, um 'Tobby" Golden Retriever como manequim dos coletes caninos.

A fabrica da Ativa é incrível, uma linha de montagem com equipamentos de primeiro mundo, muito organizada e voltada para o futuro, sempre pensando em inovações. Nós vendemos aos logistas no Rio Grande do Sul a marca, algo que é muito bom, estamos ligados diretamente aos melhores produtos do mercado. Sem dúvidas é a melhor e maior fabricante de coletes do Brasil.

Obrigado Marta e Julia por tudo, e também um agradecimento aos mais de 100 colaboradores que trabalham na fabrica.



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Geral

Quero Café, Quero Café

escrito por Fabi Estiga nesta data  22. março 2017 22:16

Desde segunda na estrada, amanhã é terceiro dia que acordo e tomo café num local diferente. Num determinado ponto dos últimos três anos o ato de acordar e depois ir ao local onde servem o desjejum tornou-se pouco relevante. Porque de forma geral o café, a bebida não o todo, de hotel é ruim. É fraco.

Eu tomo um suco, que nos locais onde durmo, apesar de bons, não é natural e quando é a quantidade de água adicionada pra render é pornográfica. Paciência nada é perfeito. Sempre pego uma banana pra comer no carro. 

O café, no interior do Rio Grande do Sul nem de perto tem o mesmo peso que tem em outros centros. É difícil achar uma boa cafeteria, difícil mesmo e muitas  vezes quando encontra a moça (o) nao sabe ordenhar a máquina pra tirar um expresso (espresso? EX presso? es-presso?) razoável.

Nas viagens, por exemplo, é bem difícil encontrar um local que tenha máquina de café moído. Tem aqueles prontos que você aperta o botão e ele joga num copinho de isopor a bebida. Terrível. E outra coisa que me chateia no café. A xícara. Poutz...

Tem que ser de porcelana. Uma vez pedi um café num posto de gasolina. Café preto. Veio um cara com um copo de café. Por favor né? Não tomei, disse que não, obrigado e tchau. Não estava tão desesperado.



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11 anos de paternidade

escrito por Fabi Estiga nesta data  6. março 2017 17:02

São dois aniversários na verdade. O dele como pessoa e o meu de pai. E se a vida deveria ser sempre comemorada, e não uma vez por ano, a paternidade nem sempre é uma festa. Eu não sabia o que exatamente eu seria como pai, o que eu nunca quis foi ter um filho mal educado.

Creio que a educação é o princípio para qualquer atividade. Porque a educação não tem limites. Não apenas o por favor e obrigado. O bom dia, chegar na hora, dar satisfação, responder aquele email. Hoje mesmo meu pai me cobrava o "OK" nos emails que ele me manda. Trabalho. Falta de educação minha, falta de comprometimento, num nível baixo, creio, mas é.

Garanto apenas que nenhuma cobrança que eu faço pra ele é por amor. Não, não é. É por obrigação: educar, ensinar e cobrar são obrigações. Pai e mãe não tem que ser amigo. Tem que ser pai e mãe. Amigo não quer saber se você vai dormir sujo, se você comeu, se bebeu água. Mas você pode também ser amigo dele.

Garanto que é com amor que brinco com ele sempre antes de dormir, quando não fica muito tarde, que por amor que vou atrás daquilo que ele quer e que colocamos sempre como meta para alcançar, é por amor que levamos no futebol, natação e até na escola. kkk. É por amor que eu levanto faço o Toddy, separo as bolachas, ligo a TV, dou bom dia, e um tapão na cabeça pela manhã.



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O cara da piscina

escrito por Fabi Estiga nesta data  13. fevereiro 2017 10:46

Dia desses na piscina do Camping um cara falou para dois amigos:

"Status é comprar aquilo que você não precisa, com dinheiro que você não tem, para mostrar para alguém que você não gosta, uma pessoa que você não é".

Achei uma ótima definição, é conhecida, do Geraldo Eustáquio de Souza. Não era do cara da piscina.

Tudo isso partindo do princípio de que ele não gostava de compartilhar nada da vida dele. O seu Facebook era apenas uma foto que tirou porque achou legal, o whats ele só respondia até um horário, telefone ele só atendia se isso, não tinha aquilo.

Tudo bem.

Bem de boa, eu gosto de compartilhar as coisas e acho que muito do que faço vem do fato de copiar boas ideias de pessoas que sigo. Gosto mesmo é de voltar na minha própria vida pra ver o que era ela há tempos. Não vejo problema em dizer que estou em tal lugar, fazendo tal coisa e foi muito massa.

Sei de pessoas que começam processos dentro de suas vidas baseadas no pouco que compartilho, da mesma forma que eu faço com as pessoas que eu sigo. Então não acho ruim, mas não é legal dizer que eu ou qualquer outro faz isso por puro status. Qual o status de ter uma Brasília enferrujada?



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pOsTmIx: tudo ao mesmo tempo

escrito por Fabi Estiga nesta data  31. janeiro 2017 21:24

Hoje o dia começou como terminou ontem. Eu tentando resolver sem muito sucesso o problema do site da CBA. Simplesmente não acessava. No último dia das inscrições para a Copa CBA.

Dormi ontem com o plano B pronto, colocar a lista de inscritos no ar em outro servidor. E foi o que fiz já que o suporte técnico da King Host não resolveu, nem deu nenhuma satisfação sobre o que poderia ser o problema, nem prazo, nada.

Em 10 anos no ar o site ficou algumas vezes fora do ar, é óbvio e até natural. Porém nunca no dia final das inscrições. Isso deu um trabalho incrível hoje pela manhã até o início da tarde.

E eu precisando terminar umas coisas aqui em casa, limpar o carro que estava sujo por dentro e por fora, emporcalhado de tanto trabalho, colocar a última parte da cerca e é claro trabalhar.

Nisso o Schummy teve uma convulsão.muito forte. Nunca tinha acontecido nada com ele. Achei que fosse morrer, porque ele voltou mal, respirando mal. E assim como acontecia com o Elvis voltou cego, sem conseguir se levantar. Passou mais de hora caminhando no pátio debaixo de um sol de 40 graus.

Quando passou a ver melhor coloquei ele pra dentro de casa.

Nesse meio tempo notei novamente que nosso carro é muito pequeno para tantas coisas que precisamos sempre levar pra São Paulo. Quase impossível colocar seis cães nele, mais bagagem e seis pessoas. Fora que deveríamos ficar lá em SP por uns 10 dias.

Deveríamos porque creio que com tudo isso ficaremos em casa.



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Acerca de Brasília 2

escrito por Fabi Estiga nesta data  16. janeiro 2017 22:40

E nessas de trabalhar com madeira continuo minhas "artes". Depois de fazer o portão para estancar a Lew dentro do pátio resolvi continuar. Fiz outro portão e continuarei com as cercas até trocar todas as grades por madeira.

Tá com cara de canteiro de obras, mas vai ficar bão quando a brita sair daí e a grama voltar. Essa cerca nova é a segunda barreira de conteção para a velociraptor, que já começou a cavar a fuga do primeiro portão. Esse também terá uma função extra nos dias de viagem para carregar o carro.



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2017, um ano bom para...

escrito por Fabi Estiga nesta data  2. janeiro 2017 10:20

...reclamar menos e fazer mais. Acho que sempre essa será uma boa pedida, não apenas para início de ano, talvez para o início de cada dia. Isso eu escrevo para que eu mesmo siga.

Mas se você pensar que esse é um chapéu que te serve, pode ser uma boa.

A boa contradição disso é que as melhores e mais importantes postagens deste bloe, e garanto que da maioria dos blogs que existem nesse mar de páginas chamado internet, são reclamações.

Pois bem, reclamar é importante, sem dúvidas. Reclamar e ter uma solução para os problemas, ou pensar e buscar soluções é muito melhor. Sendo assim continuarei reclamando e procurando agir mais.

2017 é um ano bom para isso.



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Parafuso

escrito por Fabi Estiga nesta data  22. dezembro 2016 23:25

Em tudo que faço sempre penso "é a melhor coisa que eu já fiz" e "é a pior coisa que eu já fiz". Em alguns casos isso fica muito explícito, em outros alguns sabem, e em casos mais contidos só eu. A Brasília é um desses casos.

Ela é capaz de amor e ódio em doses cavalares. Tem gente que olha e pensa que porcaria, não entende nada e outras pessoas pensam, no quão fantástico pode ser ter um carro antigo.

Nós temos a mesma reação quando falamos nos nossos cachorros e no agility. "Pra que tanto cachorro? Por que viajar com eles pra competir? Ganha algum prêmio em dinheiro?". Não tem explicação.

Quando eu via essas marquinhas (Volks e Auto Union) nos vidros do Fusca do meu avô, a Audi (Auto Union) não era a marca "Super Premium" que é hoje. A Audi na década de 80 era a Audi, uma empresa da Volkswagen que fabricava alguns carros em parceria com a marca mãe.

O parafuso? Então, esse é da Brasília, são originais do carro. Que tem muita coisa original, apesar do estado crítico de algumas. O link é: um desses hoje custa de 8 a 20 reais, dependendo do estado de conservação. Qualquer outro parafuso, sem marca e novo custará 3,50 ou 4 reais.

Assim como a Audi que era só a Audi antigamente, esse parafuso era basicamente um parafuso.



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Ah uma Brasa | Geral

DC3 da Varig

escrito por Fabi Estiga nesta data  8. dezembro 2016 23:56

Ainda do lado de fora eu pensava "como essa banheira voava?".

O esquema de cores branco e dois tons de azul é muito clássico. O DC3 foi restaurado recentemente e é impressionante como está bonito. Esse avião ficou muito tempo parado no museu da finada Varig, ao lado do Aeroporto, onde fica agora o Boulevar Laçador, em Porto Alegre.

A única coisa melhor nesse avião que nos novos é o tamanho do banheiro. Eu e a Vívian entramos e caberia mais uma pessoa ainda.

Esse DC3 foi fabricado em 1936 e a American Airline vôou com ele inicialmente. O avião operou pela Varig, até que a empresa vendeu. Quando ia entregar, em Congonhas (ah o trânsito de São Paulo), ele foi batido. E a traseira ficou danificada. O negócio não rolou. Um outro DC3 batido foi aproveitado para reformar esse, porém nem dá pra notar que a reforma, o chapeador era bom. hehehe

Curiosidade, um DC3 aparece no último filme do Indiana Jones.

As poltronas não são individuais, é como se fosse um sofá para duas pessoas, embora o encosto seja individual. O maleiro, compartimento para bagagem acima da cabeça, é uma piada para os dias de hoje. Imagino as malas caindo na cabeça das pessoas. A cabine é claustrofóbica. Três pessoas, piloto, co-piloto e um telegrafista. A última, função que meu avô desempenhava dentro da empresa, não em vôo.

O espaço para as pernas é melhor do que em aviões modernos que operam em nossos vôos domésticos. Esse avião, reformado em 2015, esteve em operação até 1971. Trinta e cinco anos de serviços prestados.



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Grêmio Campeão

escrito por Fabi Estiga nesta data  8. dezembro 2016 08:38

Não posso nem usar minha camisa do Grêmio, porque ela tá guardada há muito tempo, minha rinite não permite...

O primeiro jogo deu ao Grêmio o título dessa Copa do Brasil. Eu estava em Candelária, assisti e nem queria. Nos últimos tempos desenvolvi uma fobia por ver tantas e tantas vezes o Grêmio perder finais de Campeonatos. Entre eles uma Libertadores. Foram tantas e tantas boas posições nesse sistema de pontos corridos... Sempre entre os quatro ou cinco melhores, candidato ao título, masss no final sempre tinha um masss.

Eu só gritei, no quarto do hotel, quando saiu o terceiro gol. Porque com o Grêmio é sempre sofrido. E esse título não foi assim. O Grêmio jogou mais e pronto.

Nem ia assistir ontem, a vontade foi maior. A Vívian disse "vem trabalhar na sala". E eu fui, não sofri, também não sei se cadastrei os pedidos direito. hahaha. Saberemos dentro de alguns dias quando os clientes começarem a receber suas mercadorias.

Só vibrei quando saiu o gol. Théo na cozinha fazendo o seu Nescau Cereal quase morreu com o susto. Depois, como tem que ser o Grêmio levou o Gol mais bonito que se viu no Brasil em 2016. Como eu falei, tem que ter uma cota de sofrimento.

Foi bom esperar 15 anos, porque garanto que depois de tantos anos sabendo ganhar, a gente aprendeu a perder. Que é muito mais importante.



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O post 5999

escrito por Fabi Estiga nesta data  6. dezembro 2016 09:45

Me preocupo muito com aquilo que não publiquei aqui. O indicador diz "9 post (s) não publicados". Já era pra ter passado dos 6 mil.

Meus censores gostariam de ler esses posts. Alguns não foram ao ar por considerar pesados demais, outros depressivos demais. Momentos ruins. Deixo lá, depois apago, de alguns pego algo pra levar comigo. Outros simplesmente são péssimos.

Uma coisa que mudou muito nesses tempos foi o público. Uma pena que algumas pessoas simplesmente deixaram de participar, outras vieram. Tá certo, as pessoas devem cansar mesmo. Eu mudei, eles mudaram... ninguém é igual pra sempre, graças aos deuses do tempo.

O importante é que estamos aqui. Sigo escrevendo para me lembrar do que gosto de fazer e ser. Alguns me criticam pelo que faço, e outros me elogiam pelo mesmo motivo. Só me resta mesmo achar que não preciso mudar o mundo, ninguém está certo ou errado.

Obrigado por ler mais esse e o próximo é o 6000.



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Ainda sobre o Douglas

escrito por Fabi Estiga nesta data  5. novembro 2016 14:56

Foi ontem, a coisa é recente. Não deu pra ir ao velório e ao enterro, infelizmente. Uma trajédia, quanto mais a gente pensa, menos sentido faz. Mas é porque nos preparamos de alguma forma para morrer quando somos mais velhos. Não para deixar de existir assim de uma hora para a outra.

Como esse Fusca dentro do vaso de pitangas, a gente deveria envelhecer naturalmente de forma lenta. Dentre tantos paradigmas da vida, esse é o que mais me deixa contrariado. Hoje enquanto assistia ao torneio de futebol das turmas de 5ª série do colégio do Théo, conversando com a Vívian, lembrei do grande amigo Eduardo Falcone.

Nos deixou também há pouco. Fiquei muito triste pelo Edu, que depois de muitos, não suficientes, anos de vida não está mais entre nós. Ambos, tanto Edu quanto Douglas, farão muita falta.

"Remember when you were young,
you shone like the sun.
Shine on you crazy diamond".
Roger Waters



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Meu dia natal

escrito por Fabi Estiga nesta data  18. setembro 2016 00:04

O dia começou cedinho. 5:30 eu estava acordando pra levar meu pai ao aeroporto. Foi pescar lá pros lados da Amazônia. Três trocas de avião. Mas a viagem começando no dia no seu aniversário. Que por um acaso também é o meu.

Voltei pra casa, comecei a ver o treino da F1, dormi na rede da sala. Acordei, Vívian fez um cafézão, ganhei meus presentes, instalei uma luminária, fiz um bocado de coisas em casa, lavei carro... jantamos em uma galeteria, comemos quase até a morte.

Foram tantas coisas em apenas um dia, imagine em um ano todo?

Obrigado

Agradecimento especial para todos que lembraram, para os que ligaram, mandaram mensagens no Face, Whats, Instagram. E também para os que ainda vão lembrar! hehe. Obrigado!



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500 instagramadas

escrito por Fabi Estiga nesta data  26. agosto 2016 08:45

Facebook, Twitter, Youtube e Instagram, essas são as redes sociais que tenho. A última é minha preferida. Por que? Acho que o motivo são basicamente as fotos.

Pensava eu nos últimos dias o motivo pela minha preferência em relação ao Instagram e creio que o motivo são as fotos. O Face é meio cansativo as vezes, massante, Twitter quando parei de usar era um campo de reclamações, dia desses postei umas mensagens lá e não vi sinal de mudança. E o Youtube apenas compartilho os vídeos para que eles fiquem guardados em algum lugar.

Me agrada muito o lance de você jogar uma foto lá e alguém do outro lado do mundo dar um "like", alguém que você nem conhece. Mas ai você vai ver quem é essa pessoa, que não é tua amiga, mas tem um gosto parecido com o teu, e vê que tem gente em todo lugar olhando de forma diferente o que você olha.

Outra boa definição sobre o instragam escutei dia desses, e foi o jornalista Fabiano Baldasso, da Atlântida, ele disse: "o instragam é aquele álbum de fotos de antigamente". Foi algo do tipo. Mas é verdade. Você volta nas fotos e vê coisas que nem lembrava mais.

Foco

Meu foco, em relação ao interesse, nas fotos são os cães/agility, volkswagens (Fusca/Kombi e agora Brasília), música, comida, viagens e as igrejas que retrato no #churchstop.

Meu usuário principal é o @fabiestiga, no entanto administro também o insta da Amigo Cão, junto com o Aurélio (@amigocaoagility) e um específico do Brasília (@brasablue).

O último, do Brasablue, foi criado para não entupir meu perfil com essas fotos.



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Fabi Estiga

Mais, nas redes sociais.




Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"