#churchstop - Santa Efigenia

escrito por Fabi Estiga nesta data  14. agosto 2016 20:10

Nas minhas andanças pelo estado vou tirando fotos de igrejas, pelas cidades onde passo. Mas quanto maior a cidade mais difícil é de tirar foto, porque normalmente as igrejas ficam na praça matriz. Então nos maiores centros é impossível parar o carro e bater o retrato.

No caso da Santa Efigência, igreja que fica na rua de mesmo nome em SP, eu estava apé. Saímos pra muambar e chegamos muito cedo. Estávamos em quatro pessoas, cada um procurando um treco diferente. Quatro gauchos, um deles frequentemente chamado de "Alemão". "que tá procurando Alemão?" diziam os caras.

Eu gosto de São Paulo, e odeio São Paulo. A diversidade e a possibilidade de encontrar absolutamente qualquer coisa lá, é algo que apenas as megalópoles oferecem, mas em contrapartida tem algumas coisas que me deixam triste.

Santa Efigência é uma amostra, pequena, do quanto a cidade mudou nos últiumos 100 anos. A foto da direita é exatamente de 1916, a da esquerda tirei sexta-feira passada.



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Lugares - conclusão

escrito por Fabi Estiga nesta data  25. maio 2011 11:01

Me chamem de petulante por tentar chegar a conclusões depois de 16 posts. Concluo então que competi em poucos lugares diferentes. Não selecionei 16 lugares, citei todo lugar onde estive fazendo agility em cinco anos de provas oficiais completados dia 21 de abril do corrente ano.

Sabem o que isso quer dizer?

Nesses cinco anos foram 82 provas em apenas 16 locais. Em média 5,125 provas disputadas. Estatística é algo incrível, a arte de distorcer informações. Exemplo: em Descalvado estive em apenas uma prova dessas 82 e na média fui mais de 5 vezes! A discrepância numérica também deve-se ao fato de que provas do Brasileiro, as que mais disputei, são em sua maioria realizadas em lugares mais conhecidos. Os estaduais sempre foram mais caseiros, embora as quatro etapas da III Copa Paulista tenham sido repetecos.


Agora sendo sincero. Qualquer prova de agility deve primeiro pensar nos competidores. Cães e condutores tem preferência. Sim o esporte precisa estar mais perto do publico, precisa crescer, precisa de patrocínio, porém prioritariamente provas oficiais não são shows. Existem para qualificar as duplas. Podem ser um show, se possível. Dá para pensar nas duas coisas. Não lembro de um caso sequer onde dupla tenha sido prejudicada.

Nem é uma crítica, é apenas uma opinião. Curto demais o calor do público embora não seja um embaixador do esporte sempre disposto a responder centenas de perguntas que algumas pessoas fazem. Por incrível que pareça uma prova com muita gente olhando torna-se mais leve, menos crítica e só isso já vale.


Tem sido uma preocupação da CBA prospectar novos locais para provas sem perder a preocupação com cães e condutores. Basta ver as fotos de algumas como as de Descalvado, Ilha Bela e do Clube de Cãompo.



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Lugares - 016 - Parque do Carmo

escrito por Fabi Estiga nesta data  24. maio 2011 09:52

Nunca havia participado de um Campeonato Paulista ou Copa Paulista. Os dois são iguais, o segundo é apenas uma continuação do primeiro, depois que a CBA assumiu a organização do regional trocou de nome o certame. No geral o clima é bem parecido com um nacional, fora de pista. A maior diferença está no nível dos competidores. Nas provas do Brasileiro mais duplas e maiores dificuldades.

Estivemos lá na 2ª e 3ª etapas da III Copa Paulista, no Parque do Carmo. Não consegui ver nada, dizem que é muito bonito, o local da prova era muito bom. Existem complicações na realização de uma prova num parque. Primeiro pela logística. Obstáculos, som e delimitar a pista são algumas, da organização.


Para quem compete: onde estacionar o carro, descarregar a tralha e a segurança dos pertences são situações que atingem quase todos. Nesse caso quanto mais cedo fosse a hora da chegada melhor era o lugar do carro. Na média mais coisas boas do que ruins.

Muito publico e aplausos, em massa. Algo mais difícil numa prova normal.


Cães assustados sofrem demais com provas em parques. É muita gente em volta. Mais um desafio. Não é como na Crufts onde milhares de pessoas assistem e há um espaço entre pista e publico. A geral num parque gruda nas grades, mete o carão muito perto do cachorro. Sem falar nas bolas das crianças, cachorros de rua e as pipas que caem do céu.

Bons banheiros, limpos, variedade de comida, estacionamento (ainda que dependente do horário), grama, publico são lados bons dessa prova, sem falar na divulgação do esporte. Voltaria outras vezes sem dúvidas. O Agility já esteve no Parque do Carmo em outra oportunidade e acredito que pode voltar no futuro.



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Lugares - 015 - Dog World - Parque Canino

escrito por Fabi Estiga nesta data  23. maio 2011 00:34

Vejam bem, esqueci do Dog World na lista de lugares. Hoje deveria estar falando de outro local. Então vamos lá falar da casa daquela que é hoje a maior escola de agility do Brasil, talvez até da América Latina. Sem puxa-saquismo.

Estive lá na inauguração não oficial da iluminação. Foi emocionante. Escrevi o post "Oásis de Luz". Ter uma pista assim é um privilégio, tão grande quanto a loucura de construí-la, tendo em vista o alto custo. Foram alguns meses de trabalho para o ótimo resultado final. É hoje uma das casas do nosso agility ao lado do ex CTA capazes de receber provas oficiais.

Da mesma forma que falei quando escrevi sobre a pista da Zona Leste de Sampa não vou levantar criticas, não fica bem. Acredito que todos tem o que criticar e sabem que reclamar só por reclamar é fácil. Todas as escolas gostariam de ter uma pista oficial pra treinar e fazer provas, certo?


Então por que eu critico outros locais e não o CTA, DW e Clube de Cãompo? Porque já que são nossos parceiros, do agility, prefiro edificar. É muito melhor. Podem ter certeza que tudo que há de errado a organização sabe.

Sempre foi a casa da galera que vinha do Sul. Em algumas oportunidades virou um albergue. Vi situação parecida no Américas e Caribe de 2009 na casa da Val. Tinha tanta gente e cachorro que era difícil saber quem era quem.


Foram tantas vezes lá que um dia no café todos contavam quantos dias haviam passado em Cotia. Aurélio uma vez ficou duas semanas antes do A&C de 2006, Gabi sei lá quantos, Fernanda gabou-se de ter ficado um mês, ou algo parecido. Pra não ficar pra trás eu contei quantos dias em três anos passei no DW. Falei me gabando mais que Fê Lesnau: "já passei três meses aqui!" pra descrédito do Dan e risada geral. Foi uma das minhas melhores piadas.

Inúmeras coisas boas, as ruins a gente esquece.

Apesar de não ter sido a primeira pista oficial do Dog World tem um astral melhor do que a antiga DWII. Foi ali que tudo começou, na pista pequena de grama natural. Esse local é histórico pro agility nacional.



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Lugares - 014 - Descalvado

escrito por Fabi Estiga nesta data  22. maio 2011 17:30

Chegamos assim, depois de 13 posts, na temporada 2010/2011. Olhando pro todo e para trás agora é difícil acreditar que em cinco anos de agility oficial estive em tão poucos locais. Em média, e burrice é essa coisa de estatística, estive em média mais de 5 vezes competindo em cada um desses locais.

O de hoje é Descalvado, onde fomos para disputar a 3 ª e 4ª etapas do Brasileiro que acabou mês passado. Fomos o agility. Nem viajamos para competir, mas a vontade de ir é sempre maior. Valeu muito a pena pelos brindes. Ganhamos 45kg de ração. O valor de mercado dos três sacos de 15kg passavam dos 300 reais. Pagaram a gasolina, ainda que meio saco tenha ficado na estrada quando do acidente meses depois. Ciclos e Royal Canin despejaram centenas de quilos de ração nas provas.


A estrutura montada para o agility foi ótima, uma pista com grama sintética de primeira qualidade. Uma arena com arquibancada e tudo. Local para os cães coberto, cadeiras e alimentação farta. Bebida muito cara, vale dizer e os banheiros não eram lá essas coisas. Nem tudo é perfeito.

Pra mim algo que pesou e pesará contra essa prova é a distância de São Paulo. Cerca de 270km. Ida e volta 540. Pra quem roda 1200 esses 270 são troco de pinga, problema é somar os números. Fora os 60 reais de pedágio, também ida e volta. E esses pontos afastaram os cães das provas, que teve um número baixo de inscritos, o mais baixo desde que comecei a competir.


Agora e aqui falamos apenas da estrutura, essa era ótima, basta ver as fotos acima. Faltou até publico, que não foi ruim já que a prova foi dentro de uma feira agrícola, para tanto espaço.

No final de cada post sempre falo se voltaria ao local. Vou ser sincero, competiria novamente lá sem problemas, no entanto se tivesse que escolher entre as provas de Descalvado e as que ocorreram em Ilha Bela ficaria com a praia. Segunda opção. Seria interessante negociar algum tipo de subsídio para as duplas. Isenção da inscrição para todos e deslocamento. Não pagar a gasolina, sim alugar um meio de transporte para um maior número de competidores sendo mais barato que o carro ou totalmente free.



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Lugares - 013 - Clube de Cãompo

escrito por Fabi Estiga nesta data  20. maio 2011 10:43

De todos os lugares em que eu já estive fazendo agility, sem dúvidas o que mais se importa com os agilitistas e com o público é o Clube de Cãompo. Não temos arquibancadas fixas lá como existiam no DW2, como existem no Pet Memorial. Centenas de cadeiras são disponibilizadas. Não há cobertura, mas não faltariam barracas para abrigar todos, porque uma estrutura é montada específicamente para isso.

Comida é outro ponto fortíssimo, várias opções para escolher e ainda há uma praça de alimentação com mesas e cadeiras. Não falta espaço para brincar com os dogs, não falta espaço para estacionar os carros, num local seguro, fechado e gratuíto. Para o público eles pedem 1kg de alimento que será posteriormente doado para uma instituíção.


A pista é um tapete de grama natural. Da primeira vez que estive lá haviam falhas que foram tapadas com terra. Em outro local provavelmente, talvez, não houvesse tamanho cuidado. A galera lá dá importância pro esporte como existe nas escolas onde são e eram feitas provas. Se a organização pensa como nós fica fácil tornar a vida de competidores e plateia mais harmoniosas.


O fator final, e tenho sido só elogios até agora mesmo sabendo que alguém pode reclamar de algo, é a imprensa. Nunca em nenhuma outra prova, em nenhum outro lugar, tivemos tanta cobertura da imprensa. Tà certo que muita coisa vai através de releases distribuídos para um mailing. O que ocasiona erros. O nome de um sai errado numa matéria, sai em todas. Notei isso tentando corrigir o nome de uma escola.

Independente desse erro, que não é culpa do Clube de Cãompo, tal cobertura não tem preço, ainda mais na Televisão. É uma troca. Nós vamos com o maior "show" de cães, em número de participantes e eles dão a maior estrutura e cobertura jornalistica. Em troca eles aparecem em muitos meios de comunicação. Essa relação que foi instituída é mais que profissional, não é um patrocinador que dá barracas e quer ver sua marca no evento, lá temos um parceiro, quase uma figura paterna.

Que todos possam voltar lá um dia e que novos competidores, que nem fazem agility ainda, possam um dia estar em Itú no Clube de Cãompo. O vídeo, vejam novamente por favor, hehe, é o último que fizemos:





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Lugares - 012 - Campinas

escrito por Fabi Estiga nesta data  19. maio 2011 10:24

Depois de Vinhedo estivemos em algumas provas no DW e CTA. O décimo Brasileirão começou caseiro, com provas nos territórios mais conhecidos. Após quatro etapas tivemos o Américas e Caribe no Pet Memorial e no retorno das provas oficiais no país uma prova em Campinas.

Peço desculpas porque esqueci o nome do local e não achei referência no site da CBA, mas era num tipo de clube que alugava quadras para que as pessoas jogarem futebol. Grama sintética, arquibancadas, bom banheiro, lanchonete e até uma certa quantidade de público. Foi a primeira prova do Henrique como presidente da CBA.


Assim como o campo de Vinhedo parece um daqueles lugares que nunca mais serão visitados, mesmo sendo uma ótima alternativa para provas. Vale dizer que não há mal nisso. Provas fora são normalmente mais dispendiosas que as organizadas dentro das escolas, hoje CTA e DW. Mesmo assim acho que vale a pena principalmente realiza-las em locais como esse. Campos de futebol com grama natural ou sintética rimam muito bem com agility.

Meu desempenho lá foi bem legal. Fiz meus primeiros dois excelentes zerados com a Guíça no grau 1, venci a prova e com o Schummy fiz essa ótima pista abaixo, montada pelo Renan. Uma das últimas dele, Tchuco. Não porque fui bem, mas voltaria lá como voltaria em Vinhedo. Volto a dizer: onde se joga futebol de forma decente, se faz agility da mesma forma.



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Lugares - 011 - Vinhedo - vídeo

escrito por Fabi Estiga nesta data  18. maio 2011 15:44
Só pra dar o clima da prova. Esse vídeo foi o Renan que fez, mó trabalho, subiu nas alturas pra gravar. Tks cara! Infelizmente o resultado não foi muito bom. A pista até que tava boa apesar da gritaria, incrível como mudamos, hoje não grito tanto assim com o Schummy. Hehe, deve ser porque não entro com ele em pista mais.



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Lugares - 011 - Vinhedo

escrito por Fabi Estiga nesta data  18. maio 2011 15:25

Vinhedo é um tipo de cidade satélite de cidade satélite. Até onde eu me lembro uma cidade horizontal com muitas casas, muito limpa, arrumadinha, com controladores de velocidade e carros bem novos. A prova ocorreu num estádio de futebol e foi válida pela III Copa CBA que ao invés das outras duas edições, que terminaram em Itú, dessa vez a competição começou lá, foi até a Decatlhon, passou pelo CTA e caiu com tudo em Vinhedo.

A grama era um tapete, o estádio muito bonito com grandes arquibancadas. A secretaria foi montada dentro de um buraco onde os times reservas ficam, esqueci o nome daquilo. O calor foi imenso naqueles dias, pintou até uma guerra de água. Estive lá com Schummy e Sandy, completei apenas dois Jumping, ambos com a Sandy. As provas tiveram uma grande presença de duplas, 125 sábado e 127 domingo e aos vencedores foram ofertados sacos de ração da ProPlan. Mas não saquinhos, SACÕES de 22 e 15kg. Uma fartura.

O tio do picolé fez a festa vendendo seu produto também.

O público não foi dos maiores, as arquibancadas não ficaram cheias, no entanto a iniciativa e o local eram ótimos. O bar e os banheiros também eram razoáveis. Não comi nada durante os dois dias no bar. Como sempre digo, comida é algo secundário numa prova de agility.

Finalizando: bom lugar pra uma prova, embora esse pareça mais um entre tantos que o agility visitou e que não voltará mais. Sorte ou azar, quem sabe? A primeira foto, da Núbia, é by Daniel Neves. Curiosidade sobre a prova: André (Fenômeno) entrou com cinco cães! Fenômeno, Garrincha, Chico, Tico e Teco.




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Lugares - 010 - Pet Memorial

escrito por Fabi Estiga nesta data  17. maio 2011 09:30

Depois da Decatlhon estive novamente no DWII e ai fiquei uns seis meses sem competir. Nesse tempo deixei de conhecer apenas o Hundewelt e o Pet Memorial. Pena porque o primeiro lugar parece muito bonito. Já o segundo foi palco das provas finais do IX Brasileiro, minha volta.

Estive lá duas vezes e nem preciso fechar os olhos consigo lembrar de cada pedaço porque no Américas e Caribe decorei os caminhos. Quatro dias direto. Nessa minha volta sofri uma das minhas maiores decepções em pista.

Levei a Sandy ao invés do Schummy. Estava mais correta. No primeiro dia uma pista apenas completa, um Muito Bom. No segundo dia começamos com um Excelente Zerado e a 8ª posição. Ótimos cães e nossa passagem esteve longe de ser limpa. Perdemos uns dois segundos.


Na segunda passagem estava zerado faltando três obstáculos quando fui desclassificado. Que sensação ruim. O vídeo está abaixo. Brigado por torcer Fê! Credo como eu era ruim! Não que seja hoje uma coisa lida de morrer. Graças aos deuses do Agility melhorei.



Voltando ao Pet Memorial: lugar impar não? A pista, com aquele formato de sei-lá o que, não é unanimidade entre os praticantes, dizem que tem 800m², dizem que não tem. Com cobertura, grama sintética, estacionamento seguro, entre outras coisas, o formato é uma discussão meio inútil, cabe um percurso lá dentro. Independente disso é um ótimo lugar. A comida depende do bar que vai estar por lá. No A&C2009 haviam várias opções, evento internacional.

Outra crítica é em relação ao local destinado aos cães. No A&C era longe, realmente. Na ocasião o número de condutores era muito grande. Em provas normais os cães ficavam em outro lugar. Ah e também tem a história de não permitirem cães na arquibancada. Estranho. Creio que são muitos prós e poucos contras. Voltaria lá com a maior das boas vontades.

Essa é minha pista japonesa, segundo Dan, tudo ao contrário:



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Lugares - 009 - Decatlhon Fotos

escrito por Fabi Estiga nesta data  16. maio 2011 15:49

Uma das fotos mais legais que já tirei.


Autofoto da Marta. Cortei só o que aparecia nos óculos.


Robinho.


Luciana e Speedy.


Gastei esse banner da Decatlhon.


Esse dog é do Roberto, não sei o nome. Ou esse é o Robinho?


Dan e Dina na chuva.


Zé e Dino, também debaixo d'água.


E ai quando o mundo caiu.



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Lugares - 009 - Decatlhon

escrito por Fabi Estiga nesta data  16. maio 2011 12:01

Estou seguindo uma ordem cronológica das minhas estréias nestes locais. Estou citando apenas onde competi. Assim depois das provas do VIII Brasileiro em Atibaia, tivemos a 12ª etapa no Dog World II, onde já havia competido e as finais desse no Pet Memorial, pra onde não fui. Então sobre este falarei mais pra frente.

A Decatlhon é uma loja de material esportivo, muito grande, uma rede de lojas. Nessa da Raposo Tavares tem um belo campo de futebol com grama sintética. Em duas oportunidades o Agility esteve por aquelas bandas e até houve uma conversa sobre outras provas em outras cidades.

O piso era muito bom, na grama sintética haviam aqueles pedacinhos de borracha pra dar mais grip. Nâo sei sobre a eficácia desse material nas patas dos cães, no entanto me parecia que estavam correndo na grama natural. Media muito isso pelo desempenho do Schummy que em sintéticos sempre escorregava demais. Lá, bem como na pista da Varig, nada.


De ruim? Bom havia uma escadaria entre a pista e o estacionamento que era bem complicada. Subir e descer aquilo várias vezes ao dia era um belo e desgastante exercício. Porque além de descarregar caixas e tralha havia ainda deslocamentos para alimentação e banheiro. Os banheiros eram bons, mas a alimentação era limitada. Uma cafeteria oferecia tudo o por lá, e não era muita coisa. Mas já falei aqui que comida não é um problema pra mim, então deixo passar de boa.

Nessa primeira visita choveu tudo o que podia e não podia. Valeu a pena para a loja a prova. Porque no mínimo umas 30 capas de chuva foram vendidas durante o dilúvio. Tal precipitação testou a capacidade de escoamento da pista. Considero extremamente boa, foi muita água.

Esse é um lugar que eu gostaria de voltar, apesar da escada, faríamos um bom show.





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Lugares - 008 - Atibaia

escrito por Fabi Estiga nesta data  15. maio 2011 18:50
Para a 10ª e 11ª etapas do VIII Campeonato Brasileiro o "Circo do Agility", fazendo um paralelo com o "Circo da Fórmula 1", foi para Atibaia. Cidade que fica há 65km de São Paulo e foi considerada em 2006 como o segundo melhor clima do mundo, perdendo apenas para Davos na Suíça. Nunca entendi direito como eles conseguem diferenciar o clima de uma cidade. Entenda como clima o tempo.

Enfim, no primeiro dia um vento chato fez-se presente durante o dia todo. A prova foi realizada num tipo de clube da cidade num campo de futebol, descampado. O que só aumentou a sensação de frio. Um tímido publico esteve presente nas duas provas. Em termos de cães em pista as provas estiveram acima da média de inscritos.

Como sempre temos o que reclamar. Aquelas provas foram criticadas pelos buracos do chão e pela medalha que foi dada como premiação. Nem a categoria tinha e numa época em que todos recebiam taças, foram criticads. Hoje em dia as medalhas são bem diferentes daquela ereceber uma taça como premiação é meio fora de moda, principalmente porque são complicadas de guardar, juntam pó, perdem cor e tals. Medalhas são mais em conta para ambas as partes.

Domingo o clima melhorou. Fui ao pódio com o Schummy, em 2º lugar como sempre com o Haroldo. Segundo e último pódio do Schummy no G1. Abaixo um vídeo da prova, Camila e Ice.



Não sei se é eficaz deslocar toda estrutura de uma prova nacional para um local como esse. Numa cidade que tem menos de 150 mil habitantes e que talvez nem uma escola que ensina o esporte tenha. Jamais saberemos, ou temos como saber?

Mais fotos no link abaixo:
http://www.agilitybr.com.br/fotos/20070428.shtml



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Lugares - 007 - CTA

escrito por Fabi Estiga nesta data  14. maio 2011 22:23

Esse é o primeiro dos lugares que volto mentalmente para escrever um post em que ainda temos provas. Outros pontos virão, esse é o primeiro. Difícil criticar um lugar onde ainda vamos, parece que é cuspir no prato que comeu. Comentei anteriormente que com a troca de nome um pouco da história do agility fica pra trás. Talvez o problema esteja nas pessoas e não nos nomes.

Minha primeira vez no CTA foi numa prova simples, num sábado de sol e pouco ar. Sexta-feira chegamos lá para fazer o reconhecimento de pista. Vale lembrar, o CTA começou como CTAC, depois perdeu o C e agora virou Dog Master. Caso bem parecido com o BCR/Golden Trip, hoje InCâo.


Antes da prova fizemos um reconhecimento de pista, sexta-feira. Lembro que levei Schummy e Sandy. No meio da primeira pista com a Sandy não aguentei correr mais. Aquela pista era grande demais. O espaço do CTA tem mais que 800m², no entanto meu problema era o dia seco e quente de fevereiro. Minha asma não aguenta isso. Parei o dog na mesa pra descansar um pouco.


Fui ao pódio lá, ganhei uma rampinha A, 5º lugar no G1 Standard na estréia em provas oficiais da Sandy. Tenho ótimas recordações do CTA. São tantas, mas tantas que nem sei quantas vezes já competi e treinei. Não faço idéia de quantos pódios e já me perco na hora de dizer em que ano tal prova ocorreu. Só lembro direito da primeira vez e da mais recente.

Pra finalizar espero ainda competir lá muitas vezes.



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Lugares - 006 - Imigrantes

escrito por Fabi Estiga nesta data  11. maio 2011 23:51

Esse foi um dos posts perdido pelo Blogspot. Como escrevo direto lá, inclusive as idéias que ainda não estão prontas para serem lidas, perdi várias coisas. Não vou conseguir reproduzir todos os textos iguais, então, vai como der.

Três coisas eram legais nos pavilhões do Imigrantes. Primeiro a cobertura, segundo o Michael Jackson Cover e terceiro o público. Comida e estacionamento caros, além de um piso (apesar de ser um tapete vermelho, digno da realeza) era liso demais, sempre foram as reclamações naquelas bandas. As provas eram realizadas em paralelo com uma feira agropecuária. Sempre tinha publico.

Como já comentei que muitos disseram que aquele Brasileirão Unificado G3, o 8º, foi decidido no carpete. Eu acho que não. Em todo caso das 14 provas seis foram nele. Outras seis em grama sintética e duas na grama natural. Na lisura ou na vermelhidão Rodrigo e Panda venceram três das quatro provas. Voltando ao assunto... da mesma forma que dava um tempo extra para os condutores, já que enquanto os cães patinavam no carpete era possível pensar, geravam críticas razoáveis. Estive por lá duas vezes e na segunda, fevereiro de 2007 obtive um pódio com o Schummy, primeiro no grau 1. Não posso dizer que tenho lembranças ruins.

Na época, com pouco conhecimento, não sabia direito quais eram os problemas do agility. Alias até sabia, só não tinha opinião formada. Dificilmente hoje seria realizada uma prova nacional num piso como aquele. O local vale muito a pena, solucionando o problema do estacionamento, comida não é problema, basta levar de casa. Aquela passadinha na padaria resolve.

Ficou totalmente diferente do anterior, paciência.



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Fabi Estiga

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Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"