Nem sempre dá

escrito por Fabi Estiga nesta data  25. abril 2013 18:35

Fizemos mais um treino hoje. A conclusão é que nem sempre dá pra fazer o que é proposto. Pelo menos não da primeira vez. Vejo uma grande vantagem no treinamento da Glee por exemplo. No set da bicha já vão estar essas "loucuras", pra entender essas bagaças mais adiantadas.

Eu só vejo contrapontos nessa condução mais adiantada ao que aqui no Brasil foi regra durante um bom tempo. Conduzir na frente era um artifício usado pelos que tinham cães mais lentos, que precisavam ser chamados. Foi pro saco.

Quando a Vaanholt, Bi-campeã mundial, veio ao Brasil o Aurélio voltou com a cabeça virada de São Paulo. Com razão. Pela primeira vez ele tinha, e por tabela eu, informações sobre condução e com explicações sobre. Antes a gente fazia porque tinha que fazer. Em seguida nossos cães tiveram uma grande melhora. Grande parte disso veio do intercâmbio com a galera de São Paulo, que sempre nos ajudou muito.

Mas em 2007, o Silas Boogk, alemão, já dava esse tom de correria em sua condução. O vídeo abaixo é do Mundial em que o Brasil subiu ao pódio no Midi, com Aurélio, Samy e Alex.

Muitos achavam ele louco, mas eu vejo um paralelo com a condução da Lisa hoje. Não sei se existe Boogk como referência na vida agilitística da Frick. Na minha opinião, independe de querer ou não, pode não ter dado certo com o Alemão, deu com a Austríaca.



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