O que fazer quando não há o que fazer

escrito por Fabi Estiga nesta data  17. abril 2015 21:43

Ontem foi o dia mais punk do Américas e Caribe. São zilhões de entradas em pista. Times Open, está ai o motivo. São muitas possibilidades e só o Brasil tinha mais de 12 times Standard competindo. Na verdade o Américas vale pelo Open, não pela competição que leva esse nome.

Não consegui escrever nada.

Porém o desempenho foi bom. Muito bom eu diria. Terminei as duas pistas do Jumping Individual do Open. Sendo que a Glee ficou com a 19ª posição, zerada, com um excelente tempo. Foi com certeza minha melhor condução em provas com a Glee, tá certo que o percurso era ótimo, alias as pistas do Sascha são muito boas, da Sandra também. Gostei de todas que entrei até agora.

Hoje no primeiro percurso do dia terminei as duas pistas, por times. Primeiro com o time que tinha o Henrique, Adalgisa e Chu. Fiz duas faltas com o bola, depois com a Glee também terminei, mas ai com uma falta e um refugo.

Complemento do Jumping Open individual de ontem, o Agility hoje era mais cascudo. Entrei com o Bola e fui eliminado quase no final da pista, faltando quatro obstáculos. Já sem pernas pra correr desisti de corrigir o Bola. Com a Glee a história foi diferente.

Ao chegar na pré pista, faltando um cachorro para eu entrar, fui avisado que estava com o colete errado. E pior, não poderia entrar em pista. Deixei o cachorro com o Aurélio e sai correndo para pegar o colete correto no acampamento, mas eram mais de 150 metros como se estivesse fazendo uma pista. Resultado, quando voltei (sim eu consegui) não tinha mais pernas e nem fôlego para correr. Desclassificado no terceiro obstáculo.

Uma pena, porque a Glee foi muito bem no primeiro percurso, o Agility por equipes, fazendo todas as zonas. E ai acontece isso. Erro meu, total. Mas fica a pergunta: será que não dava mesmo pra eu entrar com o número errado?

Fiquei meio perdido sem saber o que fazer e sai de pista.



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