Vida que segue - Láli, Lú e Séb.

escrito por Fabi Estiga nesta data  9. junho 2016 09:35

Ainda chocado com a morte precoce da Lali, sempre penso nos meus dogs que foram. O primeiro que morreu, já nos deixou há quase 10 anos. Como passa o tempo. Guíça, foi ontem, em dezembro cinco anos (foto abaixo). Essa assim como Lali com toda vida pela frente.

2016 tem sido um ano perverso para o Agility, muitos cães deixando este plano. Porém essa é uma dor prevista desde que você pega o cachorro pra criar. A gente é que acha que eles durarão para sempre, e na verdade a energia deles segue conosco. Tudo que passamos não é em vão.

Lali e Samir colocaram uma raça na vitrine, e agora temos muitas Lalis correndo. Ele e Kátia tem mais dois Parsons. Fora os outros que competem e treinam. Até aqui no RS temos um Lali, o Farofa. Grande farofa.

Demasia

Acordei hoje pensando em cães, novos cães. Meu próximo Border, que estou adiando quatro anos já. A Glee é meio Border, Nimoy é um Shetland. Depois vou gravar ele treinando, treina que é um ANORMAL. Como é legal treinar, em casa. kkk.

Mas, voltando aos borders, enquanto passava pasta de dentes na escova e começava o processo, pensei em pegar logo dois. E treinar as duas, eu mesmo. Séb e Lú. Vettel e Hamilton. Megalômano total. Pretensioso é pouco, mas quero voltar aos nomes de grandes pilotos da F1.

É isso, vida que segue.



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Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"